Defesa de Daiana Schuinsekel pede cautela após mandado de busca por tortura de animais

A defesa de Daiana Schuinsekel pede cautela após mandado de busca por tortura de animais. Entenda os detalhes e as reações em torno do caso polêmico.

30/05/2026 03:36

2 min

Defesa de Daiana Schuinsekel pede cautela após mandado de busca por tortura de animais
(Imagem de reprodução da internet).

Defesa de Daiana Schuinsekel se Pronuncia Após Mandado de Busca

A defesa de Daiana Schuinsekel de Almeida, que foi alvo de um mandado de busca nesta quinta-feira (28) por gravar a tortura de animais e vender os vídeos em redes sociais, divulgou uma nota pedindo “parcimônia” ao público em relação à repercussão do caso.

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Os advogados afirmam que os fatos não são recentes e que a investigada demonstra um “arrependimento profundo”, assegurando ter abandonado essa prática há anos.

“Apesar da repulsa que a conduta da investigada possa causar, a defesa solicita parcimônia das pessoas que comentam nas redes sociais”, disseram os advogados. A nota também alerta que injúrias, calúnias, difamações e ameaças dirigidas à mulher são crimes previstos na legislação brasileira.

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A equipe jurídica informou que Daiana está buscando apoio psicológico enquanto aguarda o andamento do processo judicial, no qual “lhe caberá a devida pena”.

Detalhes do Caso

Daiana foi alvo de um mandado judicial em sua residência localizada na Bela Vista. As investigações da 3ª DPPC (Delegacia de Crimes Contra o Meio Ambiente) começaram após uma denúncia feita por uma ONG da Bulgária. Segundo as autoridades, a mulher gravava vídeos nua enquanto pisava e esmagava filhotes de animais, como coelhos e pintinhos, utilizando saltos altos e tênis de plataforma.

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O conteúdo de tortura era vendido para o exterior, por meio do Discord e de plataformas semelhantes, por valores que variavam. A mulher foi identificada através de uma tatuagem e de marcas visíveis nas pernas durante as gravações. A CNN Brasil optou por não divulgar os conteúdos, pois se tratam de imagens sensíveis.

Ação Policial e Colaboração da Investigada

Na residência da suspeita, a polícia apreendeu os sapatos supostamente utilizados nas sessões de zoosadismo. De acordo com sua defesa, Daiana foi colaborativa durante a operação, fornecendo acesso irrestrito aos seus celulares e notebooks. A investigada confessou os crimes aos policiais, mas enfatizou que se tratavam de conteúdos antigos.

Como os agentes não encontraram materiais que justificassem uma prisão em flagrante no momento da busca, ela foi liberada após prestar esclarecimentos na delegacia. A SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo) confirmou a investigação por maus-tratos, zoosadismo e comercialização de vídeos de violência.

Em resposta ao caso, a plataforma Discord declarou que mantém políticas rigorosas e sistemas robustos de fiscalização e moderação que proíbem o abuso de animais e outros conteúdos prejudiciais.

Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.

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