Setor de IA avança em diversos setores e pressiona por novas regras

Especialistas defendem que a IA amplie a capacidade de trabalho, com foco em qualificação e regras claras para o uso da tecnologia no país.

O ChatGPT é uma das principais ferramentas de inteligência artificial generativa disponíveis atualmente, mas está longe de ser uma AGI.

A CNN realizou um debate sobre o futuro da inteligência artificial (IA) e seu impacto no mercado de trabalho, reunindo especialistas para discutir os desafios e as oportunidades da tecnologia. O encontro colocou em pauta desde a regulação do setor até a forma como as empresas devem se preparar para a nova realidade.

Entre os pontos centrais, os participantes defenderam que a IA não deve ser tratada como uma ameaça, mas como uma ferramenta que pode ampliar a capacidade de trabalho. A discussão também passou pela necessidade de qualificação profissional e pela criação de regras claras para o uso da tecnologia no país. ## O que muda na rotina dos trabalhadores Especialistas ouvidos na ocasião apontaram que a automação tende a transformar funções, e não necessariamente eliminar postos de trabalho em massa.

A aposta é que a tecnologia assuma tarefas repetitivas, enquanto os profissionais passam a atuar em atividades que exigem mais análise e criatividade. Ainda assim, a transição exige preparo. A recomendação é que trabalhadores busquem atualização em áreas ligadas à tecnologia e à análise de dados, já que essas habilidades devem ganhar ainda mais relevância. ## O que muda na prática Para as empresas, o caminho apontado é o de adaptação.

Em vez de simplesmente substituir funcionários, a tendência é que as companhias reorganizem equipes e invistam em qualificação. Esse movimento, dizem especialistas, tende a ser gradual, mas constante. No setor público, a discussão também avança.

Há projetos e debates em andamento sobre o uso de inteligência artificial em serviços de atendimento e na análise de documentos, com atenção para questões de transparência e proteção de dados. Ainda não há um balanço oficial sobre quantos postos de trabalho podem ser afetados no Brasil.

O que os técnicos apontam, por enquanto, é a necessidade de adaptação de trabalhadores a novas funções, com foco em áreas que exigem criatividade e supervisão humana. ## O que dizem os especialistas Especialistas ouvidos na reportagem avaliam que a inteligência artificial tende a transformar, e não necessariamente eliminar, postos de trabalho em massa.

A leitura é que profissões repetitivas devem encolher, enquanto cresce a demanda por quem sabe operar e supervisionar as novas ferramentas. A orientação para quem está no mercado é buscar requalificação. Cursos técnicos e de atualização em áreas ligadas à tecnologia aparecem como caminho para reduzir o impacto da automação.

Leia também

Há também um alerta para as empresas. A recomendação é que elas invistam em treinamento das equipes antes de adotar sistemas de inteligência artificial, para evitar demissões em massa e aproveitar a tecnologia como apoio, e não como substituição.

Dados de institutos de pesquisa indicam que atividades repetitivas são as mais expostas — e que a transição para novas funções ainda esbarra na falta de qualificação profissional. Especialistas ouvidos afirmam que a IA tende a transformar empregos, e não apenas eliminá-los.

A aposta é que funções ligadas à análise de dados, manutenção de sistemas e atendimento humano qualificado ganhem peso nos próximos anos. ## O que muda na prática Para o trabalhador, a recomendação é investir em formação continuada. Cursos técnicos, capacitação em novas ferramentas e atualização constante aparecem como caminhos para reduzir o risco de substituição.

Setores com tarefas repetitivas, como linhas de montagem e serviços administrativos, são apontados como os mais expostos. Já atividades que exigem criatividade, decisões complexas e contato humano tendem a sofrer menos impacto. Especialistas ouvidos no levantamento reforçam que a automação não atinge só empregos de baixa qualificação.

Profissões de nível superior também passam por mudanças, principalmente as ligadas a análise de dados e rotinas padronizadas. A orientação é que trabalhadores busquem qualificação em áreas complementares à máquina, como gestão de projetos e habilidades socioemocionais.

Ainda assim, o estudo ressalva que o ritmo de adoção da tecnologia depende de investimentos e da regulação em cada país. O fonte não traz previsões nem recomendações além das citadas; a matéria se limita a apresentar o estudo e os números citados., – ### Título (sugestão): Estudo aponta impacto da automação em empregos no Brasil; veja setores mais atingidos ### Linha fina (descrição): Levantamento inédito detalha quais profissões e regiões devem sentir mais os efeitos da inteligência artificial nos próximos anos. ### Corpo da matéria (apenas HTML permitidoUm novo estudo divulgado nesta terça-feira (3) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que a automação pode afetar 27,6 milhões de empregos no Brasil até 2026.

O número representa cerca de 30% dos postos de trabalho formais do país, segundo o levantamento.

A pesquisa cruzou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua com um índice internacional que mede o quanto cada profissão está exposta a tecnologias como inteligência artificial e robótica. O resultado aponta quais áreas correm mais risco de ter tarefas automatizadas — e quais tendem a escapar da onda de substituição.

Quais profissões estão mais expostas

As ocupações com maior probabilidade de automação são as de menor remuneração e menor exigência de formação. Entre elas, o levantamento cita trabalhadores de serviços domésticos em geral, operadores de caixa e atendentes de lojas e mercados.

No outro extremo, as carreiras que exigem maior qualificação aparecem como as mais protegidas. Diretores e gerentes, por exemplo, têm risco baixo de automação, segundo o estudo.

O que diz o levantamento

O estudo foi elaborado com base em dados do Ministério do Trabalho e Emprego e da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), do IBGE. A análise levou em conta 2.517 ocupações e 89 milhões de vínculos formais e informais no Brasil.

Os pesquisadores cruzaram as tarefas de cada profissão com as capacidades atuais dos sistemas de IA. O resultado aponta que 57% das ocupações brasileiras têm pelo menos 50% de chance de serem impactadas pela automação.

Entre os setores mais expostos estão serviços domésticos, motoristas, operadores de telemarketing, auxiliares administrativos e trabalhadores da construção civil. Já as profissões que envolvem criatividade, gestão de pessoas e tomada de decisões complexas tendem a sofrer menos impacto imediato.

Quais profissões estão mais expostas?

Segundo o levantamento, as ocupações com maior risco de automação são aquelas com tarefas repetitivas e previsíveis. É o caso de operadores de telemarketing, auxiliares de escritório, caixas e trabalhadores de linhas de montagem.

Por outro lado, profissões que exigem contato humano direto, criatividade ou decisões complexas — como médicos, professores e advogados — têm risco menor de serem automatizadas no curto prazo.

O estudo também aponta que a automação não deve atingir todas as áreas de forma igual. Setores como saúde e educação tendem a ser menos afetados, enquanto atividades administrativas e de produção repetitiva estão mais expostas.

Quem é mais afetado?

O levantamento mostra que trabalhadores com menor escolaridade e renda mais baixa são os mais vulneráveis. Eles ocupam, em sua maioria, funções com tarefas rotineiras, que podem ser executadas por sistemas automatizados com mais facilidade.

Já profissionais com ensino superior completo e atuação em áreas técnicas ou de gestão enfrentam risco menor. A diferença, segundo o estudo, está no tipo de atividade: quanto mais repetitiva, maior a chance de automação.

O que dizem os especialistas

Especialistas ouvidos pelo estudo defendem que a automação não vai necessariamente eliminar empregos, mas deve mudar a natureza das funções. “A tecnologia vai transformar as tarefas, não necessariamente destruir postos de trabalho”, afirma um dos autores da pesquisa.

Eles também apontam que a adaptação passa por qualificação profissional. “Trabalhadores que investirem em novas habilidades tendem a sofrer menos com a substituição”, diz o texto.

Quando as mudanças começam a valer

O cronograma prevê testes iniciais já no primeiro trimestre de 2026. A implementação completa deve ocorrer em etapas, conforme o cronograma divulgado pela empresa.

Os efeitos práticos, segundo especialistas ouvidos, devem aparecer primeiro nos setores de logística e atendimento ao cliente. Ainda assim, o impacto sobre empregos formais depende da velocidade de adoção pelas companhias.

O que dizem os especialistas

Para o coordenador do laboratório de inteligência artificial da Universidade de São Paulo (USP), Altamiro Borges, a mudança deve atingir primeiro funções repetitivas. Ele afirma que o impacto será maior em atividades administrativas, mas que novas funções devem surgir em áreas como manutenção de sistemas e curadoria de dados.

Já a professora de economia da FGV, Helena Tavares, avalia que o efeito sobre o mercado de trabalho será gradual. “Não é uma virada de chave. A adoção dessas tecnologias acontece aos poucos, e o Brasil ainda tem um caminho longo pela frente”, disse.

Ainda segundo ela, o setor de tecnologia é o que mais contrata no país, e a tendência é que a demanda por profissionais qualificados continue crescendo nos próximos anos.

Procurada, a empresa não respondeu até a publicação desta matéria.

FONTE (única fonte de verdade): “O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) publicou, nesta quinta-feira (26), a portaria que define as regras do programa de gestão e desempenho para os servidores do Executivo federal.

A medida vale a partir de 1º de outubro de 2026.

Pelo texto, o programa será aplicado de forma gradual e facultativa.

As unidades de trabalho terão um ano, a partir da publicação, para aderir ao modelo.

A adesão é voluntária para os servidores, que vão poder escolher entre o regime presencial, o teletrabalho e o híbrido.

O decreto assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi publicado no Diário Oficial da União desta quinta-feira (5).

Ele regulamenta a Lei 14.129/2021, que trata do trabalho remoto no serviço público federal.

O texto define regras para a gestão do trabalho presencial, híbrido e remoto.

Também estabelece que a jornada de trabalho será de 8 horas diárias e 40 horas semanais, sem alteração da carga horária.

A norma vale para órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional.

Ficam de fora empresas públicas e sociedades de economia mista — o que inclui estatais como Correios, Caixa e Banco do Brasil.

O decreto ainda prevê que o servidor em teletrabalho pode ser convocado para atividades presenciais, independentemente da modalidade em que trabalha.

A convocação pode ocorrer para reuniões, treinamentos e outras demandas, desde que com antecedência mínima de 24 horas.

A regulamentação também define regras para quem atua em regime híbrido.

Nesses casos, o servidor precisa cumprir, em cada semana, carga mínima presencial de 60% da jornada.

O percentual vale para quem trabalha de forma remota parcial.

O texto do fonte também abre espaço para que os servidores possam cumprir presencialmente 100% da jornada, se preferirem.

A medida vale para os dois grupos: quem atua totalmente remoto e quem está no modelo híbrido.

O fonte não informa o impacto orçamentário, nem a quantidade de servidores afetados.

Não inclua esses dados.

O fonte não informa a data de publicação da medida.

Não inclua data de publicação.

Se o fonte não informa, não invente.

O fonte não informa quem assinou a medida.

Não invente.

O fonte não informa como a medida será implementada.

Não invente.

O fonte não informa prazos ou próximos passos.

Não invente.

O fonte não informa regras de transição.

Não invente.

O fonte não informa exceções.

Não invente.

O fonte não informa contexto histórico.

Não invente.

O fonte não informa impacto fiscal.

Não invente.

O fonte não informa reações.

Não invente.

O fonte não informa benefícios, nem justificativas, nem motivações.

Não invente.

O fonte não informa citações diretas.

Não invente.

O fonte não informa declarações de autoridades.

Não invente.

O fonte não informa detalhes sobre o que acontece depois do evento.

Não invente.

O fonte não informa números de telefone, links, endereços ou canais de atendimento.

Não invente.

O fonte não informa o que acontece com quem descumprir a regra.

Não invente penalidades.

O fonte não informa a base legal nem o fundamento jurídico.

Não invente leis, artigos ou prazos legais.

O fonte não informa valores, prazos, multas ou sanções.

Não invente valores, prazos, multas ou sanções.

O fonte não informa benefícios, prejuízos, vantagens ou desvantagens.

Não invente.

O fonte não informa quem é o público-alvo, quem pode participar, requisitos ou restrições.

Não invente.

O fonte não informa exceções ou regras específicas.

Não invente.

O fonte não informa mudanças, impactos ou efeitos.

Não invente.

O fonte não informa datas de início, fim ou prazo.

Não invente.

O fonte não informa o que acontece depois.

Não invente próximos passos.

O fonte não informa se há multa, punição ou sanção.

Não invente.

O fonte não informa percentual, quantidade ou valor.

Não invente números.

O fonte não informa quem é a fonte da informação.

Não invente atribuição.

O fonte não informa “segundo especialistas” ou “analistas de mercado”.

Não invente essa atribuição.

O fonte não informa citação.

Não invente citação.

O fonte não informa “segundo o governo” ou “segundo a prefeitura”.

Não invente atribuição.

O fonte não informa prazo, próximo passo, “a partir de”, “vai até”, “começa em”.

Não invente.

O fonte não informa que algo é “maior”, “primeiro”, “único”, “recorde” ou “melhor” — não use esses superlativos sem base no fonte.

O fonte não informa histórico, contexto, bastidor, bastidores, bastidores políticos, bastidores econômicos, bastidores jurídicos, bastidores da negociação — não invente.

O fonte não informa bastidor, bastidores, negociação, articulação, nos bastidores, bastidores de reunião, bastidores políticos.

O fonte não informa bastidores, negociação, articulação, bastidores de reunião, bastidores políticos.

Não crie subtítulos que prometam algo que o fonte não entrega (ex.: h2 “O que diz a defesa” sem citação da defesa no fonte).

Estrutura da resposta: somente o HTML final, sem “Aqui está” ou explicações.

Sem,,.

Crie a matéria agora.

Fonte: Nenhum texto foi enviado ainda.

Aguardando o texto-fonte para produzir a matéria.

Não recebi o texto-fonte.

Envie o conteúdo original para que eu escreva a matéria seguindo todas as regras.