Daniele Bezerra defende Deolane Bezerra e promete justiça após prisão polêmica
Daniele Bezerra defende a irmã Deolane Bezerra após prisão, afirmando sua inocência e desmentindo acusações. O que mais ela revelou? Clique e descubra!
Daniele Bezerra defende a irmã Deolane Bezerra após prisão
Na tarde desta quinta-feira (21), Daniele Bezerra, irmã de Deolane Bezerra, se manifestou novamente sobre a prisão da influenciadora. Em suas publicações nas redes sociais, Daniele afirmou que a irmã é inocente e refutou as acusações de envolvimento em lavagem de dinheiro do PCC (Primeiro Comando da Capital). “A Deolane é inocente.
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Não existe essa história de ‘lavar R$ 24.500’. Quem lava R$ 24,5 mil?”, questionou.
Além disso, Daniele negou a informação de que Deolane teria 35 empresas, como foi divulgado por parte da mídia. “Ela jamais teve 35 empresas. A verdade vai aparecer, dentro da lei e da Justiça”, declarou. A irmã de Deolane também mencionou que poderá fazer um pronunciamento caso a influenciadora não retorne para casa.
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Pronunciamento e pedido por justiça
Deolane Bezerra está envolvida em um caso de lavagem de dinheiro relacionado ao crime organizado desde 2022. Daniele deixou claro: “Se ela não voltar para casa, estou pronta para entrar ao vivo em todas as emissoras de TV que quiserem ouvir os esclarecimentos da defesa, sempre dentro da lei e com responsabilidade”.
Ela finalizou seu discurso pedindo justiça, afirmando: “Amanhã será um novo dia. Seguimos com fé, força e verdade. Acredito na Justiça”.
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Atualmente, Deolane Bezerra se encontra presa preventivamente na Penitenciária Feminina de Santana, localizada na zona Norte da capital paulista. Fontes da Polícia Civil informaram que ela deve ser transferida para um presídio em Tupi Paulista, no interior do estado.
Esquema de lavagem de dinheiro
As investigações revelaram uma complexa engrenagem financeira utilizada para ocultar e reinserir na economia formal valores relacionados à alta cúpula da facção criminosa PCC. Em 2019, agentes da Polícia Penal apreenderam bilhetes e manuscritos na Penitenciária II de Presidente Venceslau, que revelaram dinâmicas internas da facção, incluindo a atuação de lideranças encarceradas e possíveis ataques a agentes públicos.
Três inquéritos foram instaurados após essa descoberta, com o objetivo de identificar todos os envolvidos no esquema. As autoridades analisaram o conteúdo dos bilhetes, que continham ordens internas da facção e menções a ações violentas contra servidores públicos.
Um dos trechos mencionava uma “mulher da transportadora”, que teria levantado endereços de agentes públicos para subsidiar ataques planejados pelo PCC.
Investigação e Operação Lado a Lado
O segundo inquérito buscou identificar a mulher mencionada e sua relação com o esquema. A investigação resultou na Operação Lado a Lado, que apurou o crescimento patrimonial sem lastro econômico e a utilização da transportadora como um braço financeiro da facção.
Durante a operação, a apreensão de um celular abriu uma nova frente investigativa, revelando conversas com pessoas ligadas à cúpula do PCC e indícios de repasses financeiros relacionados a Deolane Bezerra.
Em suas redes sociais, Daniele Bezerra se manifestou sobre a situação, afirmando: “Hoje, mais uma vez, tentam transformar suposições em verdades e manchetes em condenações. A prisão da Deolane Bezerra, sob alegações de participação em organização criminosa, nasce cercada de ilações, narrativas e perseguições que já se repetem há tempos.
Acusar é fácil. Difícil é provar.”
Ela destacou que, no Brasil, muitas vezes a imagem das pessoas é destruída antes que se busquem provas concretas. “Não se pode admitir que a Justiça seja usada como espetáculo, nem que pessoas sejam tratadas como culpadas antes do devido processo legal”, concluiu Daniele, reafirmando a importância do direito de defesa e da busca pela verdade.