Mensagens Chocantes Revelam Intimidação e Ameaças no Caso Master
Em uma quarta-feira, 4 de março de 2026, o empresário Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, foi preso. As investigações, lideradas pelo ministro André Mendonça do STF, fazem parte da terceira fase da operação Compliance Zero, que visa prender preventivamente Vorcaro e Fabiano Zettel.
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As mensagens trocadas entre Vorcaro e Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão revelam uma série de ameaças e intimidações. Em um dos textos, Vorcaro utiliza uma linguagem extremamente agressiva, dizendo: “Empregada Monique me ameaçando. É mole?
Tem que moer essa vagabunda”. Mourão questiona: “O que é pra fazer?”. A resposta de Vorcaro é: “Puxa endereço tudo”.
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A investigação aponta que Vorcaro estava coordenando ações de intimidação contra pessoas que ele considerava seus “inimigos”. Em outra conversa, ele orientava Mourão a pressionar um jornalista que havia publicado reportagens negativas sobre o Banco Master, expressando o desejo de “dar um pau nele”.
Segundo o despacho do ministro Mendonça, Vorcaro emitia “ordens diretas” para atos de intimidação contra concorrentes, ex-funcionários e jornalistas que poderiam prejudicar os interesses do banco.
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As investigações, iniciadas em 2024 a pedido do Ministério Público Federal, buscam apurar indícios de fabricação e venda de títulos de crédito falsos por instituições do SFN e a circulação de “ativos podres” para ocultar problemas financeiros.
O foco principal é o Banco Master, além de gestores e empresários ligados a fundos de investimento e operações com títulos de crédito.
O documento da Polícia Federal, com 384 KB, detalha a troca de mensagens entre Vorcaro e Mourão, evidenciando a tentativa de manipulação e intimidação de adversários do banqueiro. A investigação continua com o objetivo de desmantelar a rede de influência e atividades ilícitas relacionadas ao Banco Master.
