Damares Rocha Pede Documentos Chave da Auditoria da Coronavac e Prejuízo de R$ 260 Milhões

TCU aponta prejuízo de R$ 260 milhões na Coronavac! Damares Rocha pede acesso total à auditoria e ampliação da apuração. Saiba mais!

(Imagem de reprodução da internet).

Auditoria da Coronavac Revela Prejuízo de R$ 260 Milhões e Solicita Ampliação da Apuração

Uma senadora do Republicanos do Distrito Federal, Damares Rocha, formalizou um pedido ao Tribunal de Contas da União (TCU) na última quarta-feira, 13 de maio de 2026. O objetivo é obter acesso completo à auditoria realizada pela Corte sobre o desvio de recursos envolvendo a vacina Coronavac.

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O valor estimado do prejuízo ultrapassa os R$ 260 milhões, decorrente de lotes vencidos do imunizante.

O documento, disponibilizado em formato PDF (249 kB), detalha o pedido da senadora por toda a documentação relacionada à auditoria. Isso inclui votos, pareceres técnicos, registros de oitivas, respostas de instituições envolvidas e quaisquer planos de ação elaborados pelo TCU.

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Além disso, ela solicita que a apuração também considere outros itens estratégicos sob responsabilidade do Planalto.

Detalhes da Auditoria do TCU

A auditoria do TCU concluiu que a demora excessiva no processo de contratação de vacinas Coronavac pelo Ministério da Saúde, que se estendeu por sete meses a partir da compra em 2023, resultou na perda de pelo menos R$ 260 milhões. A maior parte das doses, cerca de 8 milhões das 10 milhões adquiridas, não saiu do armazém do ministério e foi incinerada devido ao vencimento.

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A situação se agravou porque a Coronavac, produzida pelo Instituto Butantan, já estava em desuso no Sistema Único de Saúde no momento da chegada ao governo.

Resposta do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde declarou que identificou um cenário de “completo abandono dos estoques” deixado pela gestão anterior, liderada pelo ex-presidente do Partido Liberal (PL). A equipe de Damares Rocha informou que iniciou a compra dos primeiros meses de 2023, seguindo as diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS) e os trâmites exigidos pela administração pública, em um contexto de incerteza global em relação a novas variantes.

A senadora expressou a preocupação de que o caso possa indicar uma fragilidade estrutural no planejamento e na gestão logística de políticas públicas de saúde.