Igor Sarzyński revela: Cortes em Cyberpunk 2077 chocam! Saiba como o diretor explica as decisões polêmicas sobre o Ato 1 e o epílogo de Phantom Liberty.
Igor Sarzyński, diretor criativo da sequência de Cyberpunk, reacendeu o debate sobre o conteúdo cortado durante o desenvolvimento do jogo. Em uma série de postagens no Bluesky, Sarzyński refletiu sobre a tendência de os jogos serem julgados pela ausência de elementos, em vez daquilo que realmente foi entregue.
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Ele admitiu que a decisão de não incluir um Ato 1 estendido, inicialmente considerado, foi influenciada por essa percepção.
Um exemplo notável é o epílogo de Phantom Liberty, a expansão de história. Originalmente, o desfecho era significativamente diferente, descrito como “muito mais sombrio e estranho”. No entanto, à medida que a narrativa principal se solidificava, a equipe percebeu que aquele final não se encaixava no tom e nos temas da história, levando à versão final que os jogadores conhecem.
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Sarzyński também mencionou a cena de dança com Alex como um exemplo curioso do processo criativo. Diferente do que muitos poderiam imaginar, essa adição foi tardia ao projeto. Apesar da complexidade da trama, a equipe buscou inserir um momento “mais pessoal e leve” para equilibrar a tensão da história.
O diretor enfatizou que a experiência de desenvolvimento de um jogo é complexa, definindo-o como “uma peça de arte interativa, multidimensional, fruto de uma psique coletiva. Uma maravilha. Um mundo dentro de outro mundo. Supercomplexo.” Ele ressaltou que o processo criativo não se limita apenas ao que é cortado, mas também ao que é descoberto como necessário adicionar, seja através de assets, encontros, ramificações narrativas ou sistemas.
A nova narrativa de Cyberpunk 2 conta com uma equipe talentosa, liderada por Anna Megill (Control e Fable) como chefe de narrativa, e Alexander Freed, que já trabalhou na BioWare. Um ponto crucial é a implementação da Unreal Engine 5, da Epic Games, prometendo elevar a qualidade visual e a experiência do jogador.
Autor(a):
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.