CVM Desvenda Fraude Inédita no Banco Master: Operação Bilionária Revelada!

CVM descobre fraude inédita no Banco Master! João Accioly revela esquema de superdimensionamento de ativos e “engana que eu gosto”. Investigações e suspensão das operações chocam o mercado financeiro. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

CVM Apresenta Modelo Inédito de Fraude Envolvendo Banco Master

Em depoimento à CAE do Senado, o presidente interino da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), João Accioly, detalhou um caso complexo que ele descreve como um modelo de fraude “inédito”. Accioly afirmou que o Banco Master não foi vítima de uma fraude, mas sim um cúmplice ativo em um esquema que envolvia o superdimensionamento de ativos em fundos exclusivos.

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A revelação surge em meio a uma investigação em andamento da Polícia Federal e à suspensão das operações do banco pelo Banco Central.

Segundo o presidente da CVM, o alinhamento de incentivos entre gestores e investidores permitiu a manutenção de uma “ficção contábil”, caracterizada pelo uso de valores inflados nos fundos para artificialmente fortalecer a posição patrimonial do Banco Master e continuar emitindo Certificados de Depósito Bancário (CDBs). “Era um ‘engana que eu gosto’”, declarou Accioly, enfatizando a natureza enganosa da prática.

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Detalhes do Esquema e Impacto no Mercado

Accioly explicou que essa estratégia enganou o mercado, dificultando a atuação de órgãos de supervisão, incluindo o Banco Central. A complexidade do caso reside no fato de que os fundos exclusivos eram destinados a investidores com capacidade de autogestão, o que tornava a fiscalização preventiva mais desafiadora.

O presidente da CVM defendeu a necessidade de aprimoramentos regulatórios e maior coordenação entre as autoridades financeiras para evitar casos semelhantes.

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Investigação e Consequências Financeiras

O Banco Master foi alvo de investigação da Polícia Federal e teve suas operações suspensas pelo Banco Central em novembro de 2025. A instituição é suspeita de inflar artificialmente os ativos dos fundos exclusivos para mascarar sua fragilidade financeira e viabilizar a venda de carteiras de crédito no valor de R$ 12,2 bilhões para o Banco de Brasília.

A investigação continua em curso, buscando esclarecer todos os detalhes do esquema e identificar outros possíveis envolvidos.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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