Governo de Cuba revela nomes de 32 agentes mortos em ataque dos EUA na Venezuela. Luto oficial e homenagens marcam a tragédia. Clique e saiba mais!
Na terça-feira, 6 de dezembro de 2026, o governo cubano revelou os nomes dos 32 agentes que atuavam na segurança do governo da Venezuela e que teriam sido mortos durante um ataque dos Estados Unidos em Caracas. O Ministério das Forças Armadas declarou que esses cubanos foram vítimas de um “ato criminoso de agressão e terrorismo de Estado” perpetrado pelos EUA.
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A lista divulgada inclui coronéis, um tenente-coronel, quatro majores e outros militares, com idades variando de 26 a 67 anos. O ministro das Relações Exteriores, Bruno Rodríguez, expressou suas condolências, afirmando: “Honra e glória aos nossos, caídos heroicamente ao enfrentar a agressão criminosa do governo dos EUA contra a Venezuela“.
O presidente cubano, Miguel Díaz-Canel, anunciou dois dias de luto oficial a partir de 5 de dezembro, durante os quais as bandeiras serão hasteadas a meio mastro e a maioria dos eventos públicos será suspensa. Segundo Díaz-Canel, os agentes estavam cumprindo missões em nome das Forças Armadas Revolucionárias e do Ministério do Interior, a pedido do governo venezuelano.
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Os agentes perderam a vida após uma “feroz resistência” em combate direto contra os agressores, além de serem vítimas de bombardeios durante a tentativa de captura do presidente Nicolás Maduro e sua esposa.
Cuba e Venezuela, aliados históricos, mantêm desde 2000 um acordo de cooperação que permite a presença de milhares de médicos e profissionais cubanos em diversas áreas no país sul-americano. Contudo, até o momento, nenhum dos dois países havia reconhecido oficialmente o trabalho dos agentes de segurança e inteligência, que era um segredo amplamente conhecido.
O governo da Venezuela não divulgou o número total de vítimas da intervenção militar americana, portanto, não se sabe qual a proporção que os 32 cubanos representam nesse contexto.
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Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.