Crise Global: EUA Invadem Venezuela e Capturam Maduro!

Operação EUA na Venezuela chocante! EUA capturam Maduro e Xiomara Maduro! Conselho de Segurança da ONU analisa ação militar. Colômbia e Rússia pressionam EUA. Crise internacional escalona!

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(Imagem de reprodução da internet).

Conselho de Segurança da ONU Analisa Operação Militar dos EUA na Venezuela

O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas se reunirá nesta segunda-feira (5.jan.2026), a partir das 12h (horário de Brasília), para analisar a legalidade da operação militar realizada pelos Estados Unidos que resultou na captura do presidente venezuelano (PSUV, esquerda).

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A solicitação da reunião foi feita pela Colômbia, governada por (Colômbia Humana, esquerda), com o apoio da Rússia e da China – países que mantêm posições divergentes em relação aos EUA.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, classificou a ação norte-americana como “precedente perigoso”. A expectativa é que o Brasil peça a palavra para se manifestar – o regimento permite a manifestação de países não integrantes do Conselho.

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Reações Internacionais

No sábado (3.jan), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou que o ataque à Venezuela é “inaceitável”. O embaixador venezuelano na ONU, Rafael Moncada, enviou um comunicado ao Conselho de Segurança no qual afirmou que a operação representa uma agressão à soberania do país.

Segundo Moncada, trata-se de “uma guerra colonial” destinada a destruir a forma republicana de governo da Venezuela e impor um governo subordinado, com foco na exploração de recursos naturais, incluindo reservas de petróleo. Para o diplomata, os EUA violaram a Carta da ONU.

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A porta-voz de Guterres, Marta Rubio, declarou que o secretário-geral reforça a necessidade de respeito ao direito internacional, inclusive à Carta da ONU, e manifestou preocupação com o descumprimento dessas normas.

Desenvolvimento da Crise

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou no sábado (3.jan), em seu perfil na rede Truth Social, que o país realizou uma operação militar contra a Venezuela e capturou (PSUV, esquerda) e sua mulher, Xiomara Maduro. O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, afirmou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da sexta-feira (2.jan.2026).

A operação foi realizada na madrugada de sábado (3.jan). Além disso, foram registrados ataques a 4 alvos no país com 150 caças e bombardeios, que decolaram de diferentes pontos e neutralizaram sistemas de defesa aérea venezuelanos. Helicópteros militares dos EUA transportaram tropas para Caracas, capital venezuelana, para capturar Maduro.

A missão durou cerca de duas horas e 20 minutos.

Há questionamentos quanto ao fato de os EUA fazerem uma operação militar em outro país sem aprovação do Conselho de Segurança da ONU. Trump diz que isso é desnecessário. Mas também há dúvidas sobre o descumprimento de leis dos EUA. A operação deveria ter sido previamente aprovada pelo Congresso dos EUA.

O secretário de Estado, Mike Pompeo, declarou que não foi possível comunicar os congressistas com antecedência.

É incerto se houve mortos e feridos na ação. Até a publicação desta reportagem, autoridades venezuelanas não haviam divulgado números, mas afirmaram que civis morreram durante a operação. Um oficial norte-americano disse que não houve baixas entre militares dos EUA.

Não falou sobre eventuais mortes venezuelanas.

Intervenção Americana no País

No início da tarde de sábado (3.jan), Trump a jornalistas que os Estados Unidos assumiriam temporariamente a administração do país até que uma transição política fosse definida. Não detalhou como isso seria feito, concentrando-se em declarações sobre a exploração e a venda do petróleo venezuelano.

Pela Constituição venezuelana, o poder deveria ser exercido pela vice-presidente, Delcy Rodríguez. Trump disse que Rubio conversou com Rodríguez e que ela manifestou disposição para cooperar com ações lideradas pelos EUA.

Sobre a líder oposicionista María Corina Machado, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, Trump disse que ela não teria apoio político suficiente para governar a Venezuela.

Em pronunciamento ao vivo no fim da tarde de sábado (3.jan), Rodríguez classificou a ação dos EUA como violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país. A vice também declarou que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional. “Esse é o único tipo de relação possível.

Não seremos colônia de nenhum outro país”, disse.

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Autor(a):

Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.

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