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Crescimento do Produto Interno Bruto da China é mais lento do que o previsto, porém a ameaça de tarifas aumenta

O crescimento da economia do país atingiu 5,2% no período de abril a junho em comparação com o ano anterior, reduzindo-se em relação aos 5,4% registrado…

Por: Ana Carolina Braga

15/07/2025 8:47

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

A economia chinesa apresentou uma desaceleração inferior ao previsto no segundo trimestre, evidenciando sua capacidade de resistir às tarifas impostas pelos Estados Unidos, ainda que especialistas alertem que a baixa demanda interna e os riscos crescentes do comércio global exercem pressão sobre Pequim para que adote medidas de estímulo adicionais.

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Até o momento, a segunda maior economia do mundo evitou uma desaceleração acentuada, em parte devido a medidas de apoio e porque as fábricas aproveitaram a trégua comercial entre os EUA e a China para antecipar as remessas; contudo, investidores se preparam para um segundo semestre mais fraco, visto que as exportações perderam força, os preços continuam a cair e a confiança do consumidor permanece baixa.

Os órgãos competentes se deparam com um desafio considerável para alcançar a meta de expansão anual de aproximadamente 5%, uma meta que diversos especialistas avaliam como ousada, considerando a inflação persistente e a vulnerabilidade do consumo doméstico.

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O Produto Interno Bruto da China apresentou um crescimento de 5,2% no trimestre compreendido entre abril e junho, em comparação com o ano anterior, registrando uma desaceleração em relação aos 5,4% do primeiro trimestre, porém superando as previsões de 5,1% apontadas por especialistas na Reuters.

Apesar de um bom desempenho no primeiro semestre, as perspectivas devem piorar no segundo semestre, à medida que a expectativa de exportações diminui e o efeito das tarifas dos Estados Unidos se torna mais evidente, afirmou Wei Yao, economista da Société Générale.

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A queda nos preços dos imóveis e a redução do impacto dos subsídios também levantam dúvidas sobre a viabilidade da retomada do consumo.

O Produto Interno Bruto (PIB) apresentou crescimento de 1,1% no segundo trimestre, conforme dados do Escritório Nacional de Estatísticas, em relação a uma projeção de 0,9% e um avanço de 1,2% no trimestre anterior.

Os investidores acompanham de perto possíveis novos estímulos na próxima reunião do Politburo, agendada para o final de julho, que deverá determinar a política econômica para o restante do ano.

A China elevou os investimentos em infraestrutura e os incentivos ao consumidor, além de adotar políticas de flexibilização monetária. Em maio, o banco central reduziu as taxas de juros e disponibilizou recursos financeiros como medida para mitigar os efeitos das tarifas impostas pelo presidente dos EUA, Donald Trump.

Alguns especialistas estimam que o governo poderá elevar os gastos com déficit caso a expansão econômica desacelere significativamente.

Dados recentes sobre o mês de junho, também apresentados nesta terça-feira, evidenciaram a pressão sobre os consumidores.

A produção industrial cresceu 6,8% em junho em relação ao ano anterior – o ritmo mais rápido desde março –, mas as vendas no varejo desaceleraram para 4,8%, em comparação com 6,4% em maio, atingindo o nível mais baixo desde janeiro-fevereiro.

Especialistas chineses argumentam que o estímulo, por si só, pode não ser suficiente para enfrentar as pressões deflacionárias profundamente enraizadas, visto que os preços para os produtores caíram em junho no ritmo mais rápido em quase dois anos.

Zichun Huang, economista chinês da Capital Economics, afirmou que os dados do PIB provavelmente ainda superestimam a força do crescimento.

Fonte por: CNN Brasil

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Autor(a):

Ana Carolina Braga

Ana Carolina é engenheira de software e jornalista especializada em tecnologia. Ela traduz conceitos complexos em conteúdos acessíveis e instigantes. Ana também cobre tendências em startups, inteligência artificial e segurança cibernética, unindo seu amor pela escrita e pelo mundo digital.

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