Corpos de indígenas são encontrados após naufrágio no Rio Xingu; adolescente segue desaparecido

Após o naufrágio no Rio Xingu, cinco corpos de indígenas foram encontrados e as buscas continuam pelo adolescente Beptoti. O que mais será revelado?

14/06/2026 17:41

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Corpos de indígenas são encontrados após naufrágio no Rio Xingu; adolescente segue desaparecido
(Imagem de reprodução da internet).

Corpos de indígenas encontrados após naufrágio no Rio Xingu

Na tarde da última quarta-feira (10), cinco corpos de indígenas foram localizados após um naufrágio no Rio Xingu, em Altamira, no Pará. Um adolescente de 14 anos permanece desaparecido e está sendo procurado. A informação inicial foi divulgada pela Coiab (Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira), que expressou solidariedade às vítimas dos povos Kayapó e Xikrin.

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A embarcação, conhecida como voadeira, transportava indígenas da Terra Indígena Kararaô, incluindo homens, mulheres e crianças. A voadeira é um pequeno barco de alumínio amplamente utilizado nas regiões da Amazônia e do Pantanal, onde os grandes rios são frequentemente navegados.

A Coiab manifestou preocupação com a situação e espera que as equipes de busca e resgate consigam localizar rapidamente todos os desaparecidos, oferecendo o suporte necessário às vítimas e seus familiares.

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Operações de busca em andamento

A Marinha do Brasil e o Corpo de Bombeiros do Pará, através do 9º Grupamento Bombeiro Militar de Altamira, estão envolvidos nas operações de resgate. Até o domingo (14), cinco corpos foram encontrados, e as buscas continuam pelo adolescente identificado como Beptoti.

A Marinha, em colaboração com a Capitania dos Portos da Amazônia Oriental, a Funai (Fundação Nacional do Índio), o Exército Brasileiro e a Norte Energia, está coordenando os esforços de busca.

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Neste domingo, a corporação anunciou que uma nova equipe de militares especializados do Centro de Hidrografia do Norte, com sede em Belém, será enviada para a área de busca. Eles utilizarão um aparelho de varredura subaquática de alta precisão (sidescan), o que deve aumentar a eficácia das operações de resgate.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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