A tuneladora Cora Coralina, responsável pela construção da Linha 2-Verde do metrô de São Paulo, enfrenta um imprevisto que pode prolongar o tempo de conclusão da estação Aricanduva. A obra, que começou em dezembro do ano passado, avançando cerca de 330 metros em um mês, está parada a aproximadamente 150 metros da estação, devido a um solo mais instável do que o previsto.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Inicialmente, a equipe técnica esperava que a tuneladora atingisse a parede da estação Aricanduva por volta do início de março, considerando a distância de pouco mais de 320 metros. No entanto, o consórcio responsável pela Cora Coralina interrompeu as escavações há algumas semanas, após identificar um material de solo menos estável.
Essa informação foi confirmada por fontes independentes, que apontaram um atraso de duas semanas no cronograma da obra.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Atualmente, o consórcio monitora o subsolo através da Rua Moisés Marx, enquanto aguarda o envio de peças para o segundo tatuzão da Linha 2-Verde, que será responsável por conectar os túneis até Dutra, em Guarulhos. A situação tem gerado preocupação entre moradores da região, que temem instabilidades no solo.
O Metrô de São Paulo, por sua vez, minimiza o impacto do atraso. A companhia afirma que a tuneladora já avançou 500 metros a partir da estação Penha e que a situação é comum em obras dessa natureza. O plano é que a Cora Coralina chegue ao Complexo Rapadura até o final do ano, concluindo a construção dos túneis do trecho entre Vila Prudente e Penha.
Um dos maiores tatuzões já encomendados no Brasil foi recentemente entregue em São Sebastião, enquanto a equipe do Metrô segue com os preparativos para receber a segunda tuneladora, programada para chegar na primeira semana de abril.
Autor(a):
Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.
