Copa do Mundo de 2026: Conheça os mascotes Maple, Zayu e Clutch que vão agitar o torneio!

Descubra os novos mascotes da Copa do Mundo de 2026: Maple, Zayu e Clutch! Conheça suas histórias e simbolismos que prometem encantar torcedores!

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(Imagem de reprodução da internet).

Masctoes da Copa do Mundo de 2026

Desde 1966, os mascotes têm um papel importante no maior evento de futebol do mundo. Para a Copa do Mundo de 2026, que ocorrerá nos Estados Unidos, Canadá e México, os mascotes escolhidos são Maple, Zayu e Clutch.

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O alce “Maple”, que será o representante do Canadá, é um símbolo da vida selvagem do país. O jaguar “Zayu”, atacante do México, traz um nome que significa “jovem” em náuatle, a língua dos astecas. Já os Estados Unidos terão a águia careca “Clutch” como meio-campista, simbolizando força e liberdade.

História dos Mascotes da Copa do Mundo

Desde 1966, diversos mascotes marcaram a história do torneio. O primeiro foi Willie, um leão que representou a Inglaterra. Ele vestia um uniforme de futebol com a bandeira do país e a inscrição “World Cup 66”.

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Em 1970, no México, Juanito Maravilla, um menino com as cores da seleção mexicana e um sombrero, se destacou. A Copa de 1974, na Alemanha, apresentou Tip e Tap, dois garotos que simbolizavam a união entre as Alemanhas Oriental e Ocidental.

Mais Mascotes Memoráveis

O mascote Gauchito, da Copa de 1978 na Argentina, representava a cultura gaúcha. Em 1982, a Espanha trouxe Naranjito, uma laranja que vestia as cores da seleção. Já em 1986, o jalapeño Pique, mascote do México, usava um sombrero.

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Na Copa de 1990, na Itália, Ciao foi um mascote inovador, com design moderno. Striker, o cãozinho da Copa de 1994 nos EUA, trouxe de volta a simpatia dos mascotes. Footix, o galo da França em 1998, fez tanto sucesso que inspirou a criação de Ettie, sua “filha”.

Desenvolvimentos Recentes

Os mascotes Kaz, Ato e Nik, da Copa de 2002, representaram a tecnologia da Coreia do Sul e Japão. Goleo VI, em 2006, foi um leão de pelúcia da Alemanha, enquanto Zakumi, em 2010, foi um leopardo da África do Sul.

Fuleco, o tatu-bola do Brasil em 2014, simbolizou a fauna ameaçada de extinção. Em 2018, na Rússia, Zabivaka, um lobo-cinzento, trouxe uma mensagem de preservação. Por fim, La’eeb, mascote do Catar em 2022, foi inspirado na cultura árabe.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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