Consumo Familiar Dispara em 2026: Alívio Inflacionário Impulsiona Expectativas!

Intenção de consumo familiar dispara em maio de 2026! Alívio inflacionário e expectativas positivas impulsionam o aumento de 1,6%. Saiba mais!

Intenção de Consumo Familiar Aumenta em Maio de 2026, Impulsionada por Expectativas e Alívio Inflacionário

A intenção de consumo das famílias apresentou um crescimento notável em maio de 2026, registrando um aumento de 1,6% em relação a abril. Os dados, divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, revelaram a sétima alta consecutiva, culminando em um patamar recorde de 106,6 pontos – o mais alto desde março de 2015.

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Esse avanço também se refletiu em um crescimento de 3,3% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Análise por Renda e Setores

O aumento geral na intenção de consumo foi impulsionado principalmente pelo aumento de 18,5% na disposição das famílias para adquirir bens duráveis, quando comparado com o ano anterior. O grupo familiar com renda de até dez salários mínimos liderou o crescimento, com uma alta de 3,9% em relação ao ano anterior.

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Esse resultado positivo foi motivado pelo aumento de 1,6% no emprego atual e por um aumento de 4,1% nas expectativas de compras futuras. Para famílias com renda superior a dez salários mínimos, a intenção de consumo cresceu em 1,4% em relação ao ano anterior, com um recuo de 0,1% no indicador de emprego atual.

Inflação e Expectativas de Consumo

A alta na intenção de consumo coincidiu com um recuo na inflação dos bens duráveis. Em abril, enquanto o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) geral subiu 0,67%, os bens duráveis apresentaram uma variação de 0,45%. No acumulado de 12 meses, a inflação de duráveis ficou em 0,68%, em contraste com o índice oficial do país de 4,39%.

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O presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, destacou o alívio inflacionário, mas ressaltou a incerteza do mercado.

Impacto da Taxa Selic

José Roberto Tadros enfatizou que a taxa Selic, mantida em patamar “excessivamente elevado”, continua a atuar como um freio na economia, encarecendo o crédito e limitando o poder de consumo das famílias. Ele argumentou que essa situação prejudica a capacidade de venda das empresas e dificulta a retomada do crescimento econômico.

O indicador de emprego atual revelou que 42,3% dos entrevistados consideram o momento seguro para o trabalho, o maior percentual desde janeiro, com uma avaliação sobre o emprego atual subindo 1,2% em relação ao ano anterior.

Considerações Finais

Os dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo apontam para um cenário de recuperação da intenção de consumo familiar, impulsionado pelo alívio inflacionário e pelas expectativas de melhoria no mercado de trabalho.

No entanto, a persistência da taxa Selic em patamar elevado continua a ser um fator de incerteza para o setor comercial.