Conselho de Minerais Críticos: Governo Prioriza Estratégia Sem Empresa Pública

Novo Conselho para Minerais Críticos surge como prioridade do governo! Presidente da Câmara se opõe a estatal e defende estratégia equilibrada. Saiba mais!

07/05/2026 18:19

2 min

Conselho de Minerais Críticos: Governo Prioriza Estratégia Sem Empresa Pública
(Imagem de reprodução da internet).

Novo Conselho para Minerais Críticos é Prioridade do Governo

O presidente da Câmara dos Deputados, representando o partido Republicanos-PB, manifestou nesta quarta-feira, 6 de maio de 2026, sua oposição à criação de uma empresa pública dedicada à exploração de minerais críticos. Em vez disso, defendeu que o governo continue atuando por meio do conselho já existente, uma estratégia que busca equilibrar o controle estatal com o estímulo ao investimento privado no setor.

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A proposta de formação desse conselho já havia sido levantada pelo presidente do PT, em uma entrevista no início de abril, como parte de uma estratégia mais ampla do governo para fortalecer seu controle sobre recursos considerados estratégicos. O Poder360 acompanhou a articulação do Planalto para estruturar o conselho, em resposta à crescente pressão internacional e aos acordos que estão sendo firmados no setor de mineração.

O formulário de cadastro e alertas grátis do Poder360 estão disponíveis para consulta. O deputado Motta enfatizou que o modelo escolhido garante a presença do Estado na definição da política mineral, sem prejudicar o ambiente de investimentos. “Acredito que o conselho é suficiente para manter uma estratégia nacional sobre um tema tão relevante e estratégico”, declarou.

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Inicialmente, a discussão sobre a criação de uma estatal, com o nome ainda não definido, teve o aval do ex-presidente Lula, mas a proposta foi adiada para ajustes e passou a ser considerada uma prioridade de médio prazo. Atualmente, o governo concentra seus esforços na estruturação de políticas de incentivo e na consolidação do conselho, ligado diretamente à Presidência da República.

Em abril, o governo decidiu adiar a inclusão da estatal no marco dos minerais críticos, após uma reunião no Palácio da Alvorada, o que gerou divergências dentro da base aliada. O líder do PT na Câmara, representando o partido PT-SC, defendia o adiamento da votação para tentar incorporar a proposta ao texto, seguindo a posição do deputado PSB-DF.

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No entanto, a proposta foi rejeitada. O governo optou por apoiar o relatório sem a criação da estatal, priorizando ajustes pontuais e a definição de regras para o setor, incluindo mecanismos de restrição à exportação. Motta ressaltou que o objetivo é garantir a soberania nacional e fortalecer o país com a nova legislação, ao mesmo tempo em que se mantém um ambiente favorável ao investimento privado.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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