Conlutas denuncia restrição ao ato do 1º de Maio na Paulista e acusa PM de afronta!
Conlutas denuncia restrição ao ato do 1º de Maio na Paulista! Central sindical se manifesta contra a proibição da PM e acusa afronta aos direitos dos
Central Sindical Conlutas Denuncia Restrição ao Ato do 1º de Maio na Paulista
A central sindical Conlutas manifestou forte repúdio à decisão da Polícia Militar de São Paulo de impedir a realização de um ato no centro da avenida Paulista, no dia 1º de Maio. A entidade considera a medida arbitrária e uma afronta ao direito dos trabalhadores de se manifestarem em uma data com grande significado histórico e reivindicações sociais.
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Reivindicações e Argumentos da Conlutas
Segundo o dirigente da central, Luiz Carlos Prates, conhecido como Mancha, a decisão da PM desconsidera o caráter político do 1º de Maio, que historicamente está associado às centrais sindicais, movimentos sociais e à luta da classe trabalhadora.
A Conlutas ressalta que o dia 1º de Maio é uma data internacional de luta e reivindica o respeito às tradições e pautas dos trabalhadores.
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A central sindical informou que o ato estava previsto para ocorrer em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP), como ocorreu no ano anterior, e que uma solicitação formal de autorização foi enviada à PM e à Secretaria de Segurança Pública em 23 de março.
A negativa formal somente foi comunicada nesta sexta-feira (24), durante uma reunião técnica.
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Justificativa da Polícia Militar
A Polícia Militar de São Paulo justificou a decisão com base em critérios de ordem pública, segurança e na análise de pedidos previamente registrados para o uso do local. A corporação afirmou que a decisão seguiu protocolos operacionais e considerou a existência de solicitações anteriores para a mesma data e região.
O diretor da PM, Luiz Carlos Prates, criticou a justificativa apresentada, apontando que a solicitação de autorização havia sido feita há mais de dois meses, sem obter resposta negativa. Ele ressaltou que a justificativa da PM se baseava em um pedido anterior, datado de maio do ano passado, o que, na visão da Conlutas, demonstra uma tentativa de desvirtuar o significado da data.
Foco em Pautas Trabalhistas
A Conlutas enfatiza que a decisão da PM favorece grupos com reivindicações alheias às tradições do 1º de Maio e às demandas dos trabalhadores. A central sindical reafirma seu compromisso de continuar pressionando pela revogação da medida e pela realização do ato na Paulista, buscando apoio de outras organizações em defesa do direito de manifestação.
A Conlutas, ligada ao PSTU, declarou que seguirá lutando para garantir o direito dos trabalhadores de celebrarem o 1º de Maio na avenida Paulista, defendendo as pautas históricas da classe trabalhadora e o respeito às tradições da data.