Conflito no Líbano deixa 486 mortos e provoca fuga de 700 mil. A guerra entre EUA, Israel e Irã se intensifica, com consequências devastadoras. Saiba mais!
Desde o início dos ataques israelenses no Líbano, na semana passada, ao menos 486 pessoas perderam a vida, conforme informou o Ministério da Saúde libanês nesta segunda-feira (9). O Exército de Israel também relatou a morte de dois soldados israelenses no sul do Líbano na madrugada de domingo (8).
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O conflito resultou na fuga de quase 700 mil pessoas de suas residências no Líbano, segundo uma agência da ONU. A situação no Oriente Médio se intensificou com a guerra entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã, que começou em 28 de fevereiro, após um ataque coordenado em Teerã, que resultou na morte de diversas autoridades iranianas.
Os EUA afirmam ter atacado alvos militares, incluindo sistemas de defesa aérea e aeronaves. Em resposta, o Irã lançou ataques em países como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, alegando que seus alvos são apenas interesses americanos e israelenses.
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Desde o início do conflito, mais de 1.200 civis morreram no Irã, de acordo com a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, com sede nos EUA. A Casa Branca confirmou pelo menos sete mortes de soldados americanos em decorrência dos ataques iranianos.
O Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã, intensificou suas ações em resposta à morte de Ali Khamenei, levando Israel a realizar ofensivas aéreas contra alvos do grupo no Líbano. Desde então, centenas de pessoas morreram no território libanês.
Com a morte de grande parte da liderança iraniana, um novo líder supremo foi eleito. Especialistas indicam que essa mudança pode ter implicações significativas na política iraniana. Donald Trump expressou descontentamento com a escolha, afirmando que Mojtaba Khamenei seria “inaceitável” para a liderança do Irã.
Autor(a):
Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.