Conflito entre EUA e Irã se intensifica no Oriente Médio
Na quinta-feira (19), o principal general americano, Dan Caine, informou que os Estados Unidos realizaram ataques direcionados a grupos de milícias alinhados ao Irã no Iraque. Caine, que preside o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas dos EUA, declarou que “helicópteros AH-64 têm atacado grupos para garantir que suprimamos qualquer ameaça no Iraque contra as forças dos EUA ou interesses americanos”.
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O conflito no Oriente Médio se agravou desde o dia 28 de fevereiro, quando um ataque coordenado entre os Estados Unidos e Israel ocorreu em Teerã, resultando na morte de diversas autoridades de alto escalão do regime iraniano. Os EUA alegam ter atacado não apenas alvos militares, mas também sistemas de defesa aérea e aviões.
Em resposta, o regime iraniano lançou ataques contra países como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, afirmando que seus alvos são exclusivamente interesses dos EUA e de Israel nessas nações.
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Impactos do conflito e consequências humanitárias
Desde o início da guerra, mais de 1.200 civis perderam a vida no Irã, conforme dados da Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, com sede nos EUA. A Casa Branca, por sua vez, registrou pelo menos sete mortes de soldados americanos em decorrência direta dos ataques iranianos.
O Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã, também se envolveu no conflito, retaliando a morte de Ali Khamenei, o que levou Israel a realizar ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah no Líbano.
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Desde então, centenas de pessoas morreram no território libanês. Com a morte de grande parte da liderança iraniana, um novo líder supremo foi eleito por um conselho do Irã. Especialistas indicam que essa nova liderança representa uma continuidade da linha dura do regime.
Donald Trump expressou descontentamento com essa escolha, afirmando que precisava estar envolvido no processo e considerou que Mojtaba seria “inaceitável” para a liderança do Irã.
