Conflito EUA-Irã: a morte de Ali Khamenei gera incertezas e caos no Oriente Médio! Descubra as consequências e reações explosivas na região.
Os ataques coordenados dos Estados Unidos e de Israel ao Irã resultaram na morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do país por quase 40 anos. Essa situação mergulhou o Irã em uma profunda incerteza política e desencadeou um conflito que pode envolver grande parte do Oriente Médio.
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O tema foi debatido no videocast Fora da Ordem, transmitido ao vivo na última sexta-feira (6).
De acordo com especialistas, a operação foi realizada no último sábado (28), durante uma reunião de Khamenei com seus principais assessores de segurança e defesa. O serviço de inteligência israelense, Mossad, monitorava o líder iraniano por meio de câmeras de trânsito hackeadas em Teerã, enquanto os Estados Unidos forneceram inteligência humana no local.
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O ataque resultou na morte de 49 integrantes do governo iraniano, incluindo o comandante do Corpo da Guarda Revolucionária, o comandante das Forças Armadas, o chefe do Estado-Maior Conjunto e o chefe da Inteligência. Mostafa Khamenei, filho do líder supremo, ficou gravemente ferido e permaneceu inconsciente até a segunda-feira (2) após o ataque, conforme relatado por Lourival Sant’Anna.
A guerra já se estende por sete dias e, segundo a ONU, envolve pelo menos 16 países de alguma forma. Em resposta aos ataques, o Irã lançou contraofensivas contra cerca de 12 países, utilizando drones e mísseis balísticos. Esses ataques foram detectados em locais como Azerbaijão, Israel, Qatar, Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Kuwait, conforme informações de Priscila Yazbek.
Os Emirados Árabes Unidos relataram a interceptação de 196 mísseis balísticos e mais de mil drones iranianos. Israel intensificou suas operações na região, especialmente em áreas onde atua o Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã. Moradores receberam ordens de evacuação imediata, gerando caos nas comunidades locais.
Entre segunda-feira (2) e quinta-feira (5), Israel acumulou tropas e blindados na fronteira. A Europa também começou a se envolver mais diretamente no conflito. O Reino Unido enviou caças para o Catar e helicópteros militares para o Chipre. A Itália anunciou o envio de defesa aérea para países do Golfo, enquanto a França mobilizou caças Rafale para os Emirados Árabes Unidos e para o Mediterrâneo Oriental, além do porta-aviões Charles de Gaulle.
O ataque ocorreu em um momento simbólico, próximo ao Purim, uma festa judaica que celebra a resistência dos judeus na antiga Pérsia, atual Irã, a uma tentativa de extermínio. O primeiro-ministro israelense mencionou esse simbolismo em seu pronunciamento inicial, que obteve 92% de aprovação popular em Israel para a operação militar, segundo pesquisas recentes.
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Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.