Conflito entre Estados Unidos, Israel e Irã se intensifica
Na manhã deste sábado (21), os Estados Unidos e Israel realizaram um ataque à instalação de enriquecimento de urânio em Natanz, conforme informou a agência de notícias iraniana Tasnim. A agência acrescentou que não houve vazamentos radioativos e que os moradores nas proximidades não enfrentaram riscos.
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O conflito no Oriente Médio se agravou desde o dia 28 de fevereiro, quando um ataque coordenado entre os dois países ocorreu em Teerã, resultando na morte de diversas autoridades do alto escalão do regime iraniano. Os EUA afirmam ter atacado não apenas instalações militares, mas também sistemas de defesa aérea e aviões.
Retaliações e consequências do conflito
Em resposta, o regime iraniano lançou ataques contra países como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã, alegando que seus alvos são apenas os interesses dos Estados Unidos e de Israel nessas nações.
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Desde o início da guerra, mais de 1.200 civis perderam a vida no Irã, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, com sede nos EUA. A Casa Branca, por sua vez, registrou ao menos sete mortes de soldados americanos em decorrência direta dos ataques iranianos.
O Hezbollah, grupo armado apoiado pelo Irã, também se envolveu no conflito em retaliação à morte de Ali Khamenei, levando Israel a realizar ofensivas aéreas contra alvos do Hezbollah no Líbano. Desde então, centenas de pessoas morreram no território libanês.
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Nova liderança no Irã e reações internacionais
Com a morte de grande parte da liderança iraniana, um conselho do país elegeu um novo líder supremo. Especialistas apontam que essa nova figura representa uma continuidade da linha dura do regime. Donald Trump expressou descontentamento com essa escolha, afirmando que deveria estar envolvido no processo e considerando Mojtaba “inaceitável” para a liderança do Irã.
