Confiança do Consumidor nos EUA despenca para nível histórico em maio devido a preços da gasolina
A confiança do consumidor nos EUA despenca para o menor nível desde 1952, impactada pela alta dos preços da gasolina. Descubra os detalhes!
Confiança do Consumidor nos EUA atinge nível mais baixo em maio
A confiança do consumidor nos Estados Unidos registrou uma queda significativa no início de maio, alcançando um mínimo histórico. Essa redução é atribuída ao aumento dos preços da gasolina, que impactou as finanças das famílias e o poder de compra.
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A pesquisa foi divulgada nesta sexta-feira (8).
Atualmente, o preço médio nacional do galão de gasolina nos EUA está acima de US$ 4, uma situação que persiste há várias semanas. Segundo a Universidade de Michigan, o Índice de Confiança do Consumidor caiu para 48,2 neste mês, o menor nível desde o início dos registros em 1952, comparado à leitura final de 49,8 em abril.
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Economistas consultados pela Reuters esperavam uma queda para 49,5.
Impacto das altas de preços
O sentimento do consumidor já havia atingido um ponto crítico no mês anterior, ficando abaixo de qualquer nível registrado durante a Grande Recessão, a pandemia e a subsequente alta da inflação. Joanne Hsu, diretora das Pesquisas dos Consumidores, comentou sobre a situação: “Os consumidores continuam a se sentir afetados pelas pressões de custo, lideradas pela alta dos preços na bomba de gasolina”.
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Ela também destacou que cerca de um terço dos consumidores mencionou espontaneamente os preços da gasolina, enquanto aproximadamente 30% citaram as tarifas. Hsu enfatizou que é improvável que a confiança do consumidor melhore significativamente até que as interrupções no fornecimento sejam totalmente resolvidas e os preços da energia diminuam.
Expectativas de inflação
A pesquisa também revelou que a expectativa dos consumidores em relação à inflação para o próximo ano caiu para 4,5%, em comparação a 4,7% em abril. Já as expectativas para os próximos cinco anos recuaram para 3,4%, em relação a 3,5% no mês anterior.
Além disso, a taxa de desemprego se manteve em 4,3%.