Alerta na Conferência Antifascista em Porto Alegre! Carta urgente exige futuro justo e soberania dos povos. Crise ambiental e extrema direita sob forte denúncia
Em 2026, a Conferência Internacional Antifascista, realizada em Porto Alegre, consolidou um chamado urgente para a construção de um futuro sustentável e justo. O documento, conhecido como Carta de Porto Alegre, surgiu da primeira edição do evento, que reuniu mais de 4 mil participantes de aproximadamente 40 países, entre ativistas experientes e jovens engajados.
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O objetivo central era fortalecer a resistência contra o avanço do fascismo e do imperialismo, além de promover a defesa da soberania dos povos e a proteção do meio ambiente.
A Carta identificou o capitalismo e os governos de extrema direita como principais responsáveis pelo ecocídio, ou seja, pela destruição do meio ambiente em nome do lucro. Esses governos, segundo o documento, tratam a natureza como uma mercadoria, desmontando a proteção ambiental e intensificando as desigualdades sociais.
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A Reforma Agrária foi apontada como uma solução fundamental para garantir a soberania alimentar e a justiça social.
A conferência em Porto Alegre, sediada na cidade que já era um berço de movimentos sociais, teve um papel crucial na retomada da luta antifascista. A participação de mais de 4 mil pessoas, provenientes de diversas partes do mundo, demonstrou a força da mobilização internacional em torno da defesa da democracia e dos direitos humanos.
A feira Bela Chiao, que também fez parte da conferência, promoveu a economia solidária e a valorização do trabalho artesanal.
A conferência também contou com a presença de representantes de diferentes movimentos sociais, que apresentaram denúncias sobre a situação em seus países e propuseram estratégias para enfrentar os desafios. Um dos participantes, um membro de um sindicato da Índia, alertou para a internacionalização da extrema direita e a articulação entre líderes fascistas em diferentes partes do mundo.
A bordadeira e fundadora do coletivo Linhas de Poa, Marilene Veiga de Oliveira, destacou a importância da memória histórica e da denúncia das violências sofridas pelas mulheres, especialmente no contexto do fascismo.
A Carta de Porto Alegre enfatizou a necessidade de mobilização popular como forma de resposta ao avanço da extrema direita e de defesa da democracia. A participação em manifestações, a organização de movimentos sociais e a luta por direitos são apresentadas como ferramentas essenciais para construir um futuro mais justo e sustentável.
A conferência reafirmou o compromisso de continuar a luta antifascista e a defesa da soberania dos povos, com a certeza de que a união e a resistência são as melhores armas contra a opressão e a destruição.
Autor(a):
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.