Comando Vermelho: Gaeco Desarticula Facção em Rio Claro e Bloqueia R$ 33,6 Milhões

Comando Vermelho sob ataque! Operação Linea Rubra desarticula facção em Rio Claro. R$ 33,6M bloqueados e líder “Bode” foragido no Rio de Janeiro. Saiba mais!

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(Imagem de reprodução da internet).

Operação Linea Rubra: Gaeco Desarticula Comando Vermelho em Rio Claro

Na quarta-feira, 11 de março de 2026, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de São Paulo, conhecido como Comando Vermelho, realizou a operação Linea Rubra. A ação concentrou-se em indivíduos ligados à região de Rio Claro, interior paulista, suspeitos de envolvimento em tráfico de drogas e armas, além de crimes como lavagem de dinheiro e homicídios.

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A operação contou com o apoio da Delegacia de Investigações Gerais de Rio Claro e da Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo.

Resultados da Operação e Bloqueios Financeiros

O desdobramento da operação resultou no bloqueio de um montante de R$ 33,6 milhões em diversas contas bancárias. Adicionalmente, a Justiça determinou o confisco de 12 imóveis e 103 veículos. Durante as diligências, 26 veículos foram apreendidos, evidenciando a abrangência da atuação da organização criminosa.

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A ação também resultou no bloqueio de ativos financeiros de 35 CPFs e CNPJs associados à estrutura do Comando Vermelho.

Foco em Leonardo Felipe Panono Scupin Calixto

Um dos principais alvos da operação é Leonardo Felipe Panono Scupin Calixto, conhecido como Bode, que é apontado como líder do Comando Vermelho na região de Rio Claro. Calixto, juntamente com seu braço direito, estão atualmente foragidos e as autoridades suspeitam que estejam abrigados em comunidades do Rio de Janeiro sob o controle da facção.

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As investigações revelaram movimentações financeiras significativas, ultrapassando R$ 1,19 milhão em um período de menos de um mês.

Operações e Métodos da Organização

Calixto é acusado de coordenar a produção e distribuição de drogas em larga escala, além de controlar as finanças da organização e autorizar execuções de rivais com o objetivo de expandir o domínio do Comando Vermelho. O grupo opera de forma altamente organizada, utilizando técnicas especializadas, como o emprego de “carros-cofre” com fundos falsos para o transporte de ilícitos.

A organização também emprega empresas de fachada e “laranjas” para a lavagem de dinheiro, dificultando o rastreamento de suas atividades financeiras.

Autor(a):

Com formação em Jornalismo e especialização em Saúde Pública, Lara Campos é a voz por trás de matérias que descomplicam temas médicos e promovem o bem-estar. Ela colabora com especialistas para garantir informações confiáveis e práticas para os leitores.

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