Comando Sul dos EUA Investiga Incidente com JetBlue
O Comando Sul dos Estados Unidos informou à CNN Brasil que está ciente dos relatos sobre um incidente em que um avião da JetBlue evitou uma colisão com uma aeronave da Força Aérea americana próximo à Venezuela. A entidade destacou que está analisando a situação. “As tripulações aéreas militares são profissionais altamente treinados que operam de acordo com os procedimentos estabelecidos e os requisitos do espaço aéreo”, afirmou o Comando Sul, responsável pelas operações militares dos EUA na América Latina.
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“A segurança é nossa principal prioridade e estamos utilizando os canais apropriados para avaliar os fatos relacionados ao ocorrido”, acrescentou. Em nota, a JetBlue ressaltou que segue os “procedimentos adequados” para diversas situações de voo e que a segurança é a prioridade máxima.
A companhia agradeceu aos pilotos por relatar prontamente a situação à equipe de liderança e informou que o incidente foi reportado às autoridades federais, com a empresa se dispondo a participar de qualquer investigação.
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Detalhes do Incidente
O incidente ocorreu na última sexta-feira (12), envolvendo o voo 1112 da JetBlue, que partiu de Curaçao com destino a Nova York. O piloto do voo relatou que a aeronave militar estava com o transponder desligado, um equipamento essencial para comunicação e monitoramento, conforme uma gravação de conversa com o controle de tráfego aéreo disponível no site LiveATC.
Mobilização Militar dos EUA no Caribe
Nos últimos meses, os Estados Unidos têm enviado milhares de soldados e aeronaves para a região do Caribe. As operações militares incluem ataques a embarcações no Oceano Pacífico, suspeitas de transporte de drogas. No entanto, surgiram questionamentos sobre a legalidade dessas ações.
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O governo de Donald Trump acusou o regime de Nicolás Maduro de envolvimento com o narcotráfico, uma alegação que o governo venezuelano nega. O presidente americano não descartou a possibilidade de ataques diretos ao país sul-americano. Em novembro, Trump mencionou que as companhias aéreas deveriam estar atentas à situação, o que gerou críticas de países da região, citando riscos à segurança.
