Colchão de Liquidez da Dívida Pública despenca 25,73% em março, revela Tesouro Nacional

Colchão de liquidez da dívida pública despenca 25,73% em março, revelando novos desafios financeiros. Descubra os detalhes dessa queda impactante!

27/04/2026 21:51

2 min

Colchão de Liquidez da Dívida Pública despenca 25,73% em março, revela Tesouro Nacional
(Imagem de reprodução da internet).

Colchão de Liquidez da Dívida Pública Cai 25,73% em Março

O colchão de liquidez da dívida pública apresentou uma queda de 25,73% em março, em comparação com fevereiro, passando de R$ 1,19 trilhão para R$ 885,42 bilhões. Os dados foram divulgados pelo Tesouro Nacional nesta segunda-feira, 27 de março de 2026.

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Essa é a primeira vez desde agosto de 2025 que a reserva fica abaixo da marca de R$ 1 trilhão.

Em relação a março de 2025, o resultado do mês passado mostra um aumento nominal de 1,86%. Essa reserva é crucial para garantir o cumprimento de compromissos com investidores que adquirem títulos brasileiros e serve como um indicador da capacidade do país de honrar suas obrigações financeiras, evitando a necessidade de recorrer rapidamente ao mercado para reforçar o caixa.

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Em março, o montante disponível era suficiente para cobrir 5,69 meses de pagamentos de títulos, uma redução em relação aos 6,41 meses registrados em fevereiro. O Tesouro Nacional estabelece um mínimo prudencial de três meses de vencimentos.

Participação de Estrangeiros na DPMFi

A participação dos investidores estrangeiros no estoque da Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) caiu de 10,75% em fevereiro para 10,70% em março, conforme informou o Tesouro Nacional. O volume de papéis detidos por estrangeiros diminuiu em R$ 25,99 bilhões, passando de R$ 914,65 bilhões para R$ 888,66 bilhões durante o período.

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As instituições financeiras continuam a ter a maior participação no estoque da DPMFi, com 31,47% em março, em comparação com 31,76% em fevereiro. A participação dos fundos de investimento caiu de 21,58% para 20,86%, enquanto a dos grupos de previdência aumentou de 22,59% para 23,00%.

As seguradoras também registraram um leve aumento, passando de 3,57% para 3,67%.

Autor(a):

Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.

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