Coalização de Mercados de Carbono é Aprovada em Florença e Impulsiona

Coalização de Mercados de Carbono é aprovada em Florença! 🌍 Itália lidera avanço global em economia sustentável. Saiba mais!

(Imagem de reprodução da internet).

Coalização de Mercados de Carbono Avança com Aprovação em Florença

O Ministério da Fazenda anunciou nesta quarta-feira, 6 de maio de 2026, um marco importante na construção de uma economia global mais sustentável. A Coalização Aberta de Mercados Regulados de Carbono, que visa estabelecer regras globais para o comércio de créditos de carbono, recebeu a aprovação da governança e dos mecanismos de adesão formal com base em seu termo de referência.

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Essa decisão, tomada em Florença, Itália, representa um avanço significativo na direção de uma economia descarbonizada.

Apoio Internacional e Impacto da COP30

A iniciativa, que já havia sido aprovada na COP30, realizada em Belém (PA), contou com a adesão de importantes economias como China e União Europeia, durante a Semana do Clima 2026 do Instituto da Universidade Europeia. O documento completo do comunicado está disponível em formato PDF (192 kB).

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A proposta, lançada em novembro de 2025 pelo governo brasileiro, busca integrar os mercados regulados de carbono em escala global, definindo critérios para a medição da baixa emissão e padronizando protocolos de monitoramento e contabilidade de emissões.

Interoperabilidade e Investimentos em Baixo Carbono

Segundo o Ministério da Fazenda, a Coalização ampliará a interoperabilidade entre os mercados, fortalecendo a integridade ambiental e protegendo o comércio. Além disso, a iniciativa cria melhores condições para investimentos em tecnologias e cadeias produtivas de baixo carbono.

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As economias envolvidas representam cerca de 60% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial.

Propostas Chave da Iniciativa

O governo propõe o alinhamento de metodologias nacionais, sistemas de monitoramento, relato e verificação; regras de contabilidade de carbono e critérios para o uso de créditos de alta integridade. A expectativa é que a padronização das regras aumente a confiança entre os mercados, reduza barreiras técnicas e impulsione o investimento na descarbonização.

Avanços e Próximos Passos na Coalização

A secretária extraordinária do Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda, Cristina Reis, destacou que o avanço demonstra a viabilidade de soluções concretas, graduais e cooperativas, mesmo em um cenário internacional complexo. Até a quarta-feira, 6 de maio de 2026, 10 países haviam avançado no processo de adesão formal, com outros esperados para se juntar ao grupo nos próximos meses.

A reunião contou com a participação de representantes do Brasil, China, União Europeia, Turquia, Nova Zelândia, Canadá, Reino Unido, Alemanha, Noruega e Singapura.

Instituições internacionais como a Parceria Internacional de Ação sobre Carbono (ICAP), a Agência Internacional de Energia (IEA), o Instituto Universitário Europeu (EUI), o Instituto de Recursos Mundiais (WRI), a Associação Internacional de Comércio de Emissões (IETA), o Fundo de Defesa Ambiental (EDF) e a Fundação Children’s Investment Fund (CIFF) também participaram do processo.

A governança inicial define que o Brasil será presidente por dois anos, com China e União Europeia como copresidentes.

“A partir de Florença, a iniciativa entra em nova fase: a de transformar a ambição climática em regras, instituições e instrumentos econômicos capazes de acelerar a descarbonização da economia global”, afirmou o Ministério da Fazenda.