CLDF aciona investigação de espionagem contra parlamentares e servidores

Denúncia chocante: espionagem contra parlamentares na CLDF! PCDF e MPDFT investigam denúncias urgentes. Crise política em Brasília.

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Foto: Reprodução

A Presidência da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) anunciou na terça-feira (12) que a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) serão acionados para investigar denúncias de espionagem contra parlamentares e servidores da CLDF.

A informação foi divulgada durante a sessão ordinária, quando parlamentares expressaram preocupação e cobraram uma investigação imediata.

O líder do PT na CLDF, deputado distrital Chico Vigilante, enfatizou a necessidade de urgência na atuação da PCDF. Segundo ele, a polícia possui os recursos e a expertise necessários para conduzir uma investigação completa. “É fundamental que aqueles responsáveis por essa espionagem sejam responsabilizados”, afirmou Vigilante, ressaltando que a CLDF é um espaço institucional e não uma área de ilegalidades.

O líder da minoria, deputado distrital Gabriel Magno (PT), classificou as denúncias como um crime grave contra a democracia. Ele questionou os possíveis motivos por trás da espionagem, sugerindo que o objetivo seria intimidar parlamentares que se manifestam ou utilizam seus instrumentos para denunciar irregularidades. “Precisamos entender quem está sendo alvo dessa ação e qual o propósito”, declarou Magno.

Afastamento de diretor e caso Master-BRB

Em paralelo às denúncias de espionagem, o caso Master-BRB também foi mencionado. O deputado Gabriel Magno destacou as recentes denúncias envolvendo a tentativa de venda da BRB Financeira, ligada ao presidente nacional do União Brasil, Antonio Rueda.

A transação não se concretizou após o afastamento do ex-presidente da instituição, Paulo Henrique Costa, e a prisão do dono do Master, Daniel Vorcaro.

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“Estamos observando que o caso Master-BRB possui ramificações que se estendem à política nacional, envolvendo diferentes setores da sociedade”, afirmou Magno, ressaltando a importância de trazer à tona todas as informações relacionadas ao caso.

A CLDF também adotou medidas administrativas, afastando por 60 dias o diretor de Modernização e Inovação Digital, Walério Oliveira Campôres, como parte de um Processo Administrativo Disciplinar (Pad) para apurar as acusações.

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