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Cinemateca apresenta documentário do BdF em colaboração com a Fundação Rosa Luxemburgo, abordando o tema da tarifa zero

O filme discute a desigualdade urbana e a mobilidade como um direito na cidade de São Paulo.

Por: Ricardo Tavares

17/07/2025 21:44

3 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

A Cinemateca Brasileira, em São Paulo (SP), promoveu nesta quinta-feira (17) uma sessão especial do documentário Tarifa Zero: Cidade em Disputa, produzido pelo Brasil de Fato em parceria com a Fundação Rosa Luxemburgo. A exibição, com a sala completa, foi seguida por um debate com personalidades relevantes sobre o tema da mobilidade urbana no Brasil. A entrada foi gratuita, com a distribuição de ingressos ocorrendo uma hora antes do evento.

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O filme, que já conquistou o Prêmio de Impacto Social em Curta-Metragem na 3ª edição do Short Way International Short Film Festival, mostra a rotina de pessoas que lidam com longas jornadas, passagens dispendiosas e condições desfavoráveis para chegar à cidade. A produção destaca a tarifa zero como uma proposta política com capacidade de gerar mudanças em um sistema que perpetua desigualdades sociais, raciais e ambientais.

A eliminação da tarifa e seu papel transformador.

O ex-secretário de Transportes de São Paulo, Lúcio Gregori, que participou do debate, recuperou a história da concepção da tarifa zero e criticou a lógica de considerar o passageiro como custo, remetendo à época do Brasil Colônia.

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Ele argumenta que altera profundamente a forma como as pessoas têm acesso à cidade, e também para aqueles que não utilizam o transporte coletivo, devido à falta de recursos financeiros para pagar a passagem.

Gregori recordou que aproximadamente 50% das mulheres da cidade param de realizar deslocamentos necessários devido à falta de condições financeiras para custear o transporte, e propôs a criação de uma contribuição pelo uso do sistema viário como alternativa para cobrir o valor da tarifa zero.

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Daniel Santini, da Fundação Rosa Luxemburgo, classificou o filme como “absurdamente humano” e destacou os avanços alcançados pela geração de Lúcio Gregori na organização do transporte público como política pública.

Santini ressaltou que o debate sobre a tarifa zero ganhou força nos últimos anos, notadamente em 2025, ano que tem apresentado um crescimento expressivo na adoção da política em diversas cidades. “Não se discute mais a possibilidade de existir tarifa zero”, declarou, apontando que o Brasil é atualmente o país com o maior número de cidades que adotam a medida globalmente.

Gisele Brito, do Instituto Peregum, ressaltou que o sistema de transporte não é desorganizado por acaso. “A cidade, da forma como está organizada, assegura uma ordem em que a bala perdida atinge o corpo correto, em que a merenda falta na escola certa, em que a insulina acaba no hospital adequado, em que o buraco permanece aberto na rua certa”, declarou.

Para ela, a tarifa zero contribui para diminuir essas desigualdades, porém não as elimina: “Este é o desafio que se apresenta atualmente”.

A vereadora paulistana Renata Falzoni reiterou que a prioridade nas políticas públicas permanece focada no transporte individual, em oposição a soluções coletivas. “O modelo de produção da nossa cidade é expulsa a classe trabalhadora para a periferia”, destacou.

Ela propôs uma transformação estrutural na política urbana: “A fórmula deveria ser mobilidade ativa, juntamente com o transporte coletivo intermodal, tudo operando em sistema”.

Fonte por: Brasil de Fato

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Autor(a):

Ricardo Tavares

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

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