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Cientistas afirmam que o organismo humano pode produzir o medicamento “Ozempic” por meio de modificações genéticas

Ratos de laboratório foram geneticamente modificados para produzir exenatida em seus fígado, o medicamento da mesma classe do Ozempic.

Por: Lucas Almeida

15/07/2025 11:29

4 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Uma pesquisa inovadora demonstrou que um tratamento genético específico, compreendendo a administração intravenosa de nanopartículas lipídicas, permitiu que o organismo produzisse seu próprio medicamento para obesidade e pré-diabetes. Além da alta eficácia terapêutica, os resultados foram duradouros e seguros.

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Pesquisadores da Universidade de Osaka, no Japão, relataram em um estudo publicado na revista Communications Medicine uma “edição genômica in vivo para introduzir um gene que codifica o agonista do receptor do peptídeo semelhante ao glucagon-1 (GLP-1), Exendina-4, modificado com um peptídeo sinal de secreção”.

Os pesquisadores alteraram geneticamente ratos de laboratório, de modo que seus fígado se tornasse uma espécie de “fábrica interna” de exenatida, um medicamento antidiabético da classe dos agonistas do receptor de GLP-1, similar ao utilizado no Ozempic.

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Contrariamente ao medicamento conhecido, os ratos conservaram o produto no corpo por meses sem necessidade de injeções, obtendo melhores resultados de saúde. Aplicações futuras em humanos poderiam teoricamente possibilitar uma produção contínua de medicamentos GLP-1.

O estudo indica que a modificação do genoma pode ser utilizada para desenvolver terapias de longa duração para doenças complexas, diminuindo possivelmente a necessidade de tratamento contínuo.

Quais são as novidades nos agonistas de GLP-1?

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Antigos conhecidos dos bioquímicos, os agonistas de GLP-1 são versões sintéticas produzidas em laboratório do hormônio natural fabricado pelas células L do intestino delgado. Eles auxiliam em manter os níveis de açúcar no sangue dentro de uma faixa saudável, sem excessos nem deficiências.

Promovem a liberação de insulina quando a glicose está aumentada e “desligam” o glucagon para impedir que a glicose eleve-se excessivamente. Desta forma, o pico de GLP-1 é suficiente para regular o metabolismo de indivíduos saudáveis, persistindo por apenas entre um e dois minutos.

No entanto, para indivíduos com distúrbios metabólicos – como diabetes tipo 2, obesidade, resistência à insulina ou pré-diabetes –, os cientistas desenvolveram versões sintéticas do GLP-1: a exenatida-4 (utilizada no estudo atual e aprovada em 2005 pela FDA), a liraglutida e a semaglutida.

Na abordagem clássica dos agonistas do GLP-1, a semaglutida representou uma extraordinária revolução na duração da ação dos medicamentos. Diferentemente da exenatida, que necessitava de duas aplicações diárias em certos casos, o Ozempic manteve a eficácia com uma única aplicação semanal.

Isto foi alcançado por meio de uma modificação estrutural inteligente: os bioquímicos ligaram uma “gordurinha” (cadeia graxa) ao medicamento, para que ele se aderisse à albumina no sangue. Essa proteína protege o GLP-1 sintético das enzimas que o degradam, permitindo que ele permaneça em circulação por mais tempo.

As expectativas para o uso da tecnologia genética em seres humanos.

Observa-se na estratégia das empresas um alongamento do efeito dos agonistas do GLP-1, com aumento do intervalo entre as injeções. Já os pesquisadores da Universidade de Osaka investem em uma abordagem mais duradoura: ensinar nossas células a produzir o medicamento a partir de uma única injeção.

Ratos obesos e pré-diabéticos, após serem submetidos a uma dieta hipercalórica, receberam um gene modificado por CRISPR. O fígado desses roedores passou a produzir exenatida, que permaneceu detectável no sangue por até 28 semanas, além de diminuir o apetite, o ganho de peso e a sensibilidade à insulina.

Os camundongos tratados não demonstraram efeitos colaterais relevantes, nem variações na produção natural de GLP-1. Em comunicado, o autor principal Keiichiro Suzuki declarou: “Ansiamos que essa terapia genética singular possa ser útil para diversas condições sem etiologia genética identificada”.

Contudo, antes que as pessoas comecem a imaginar o fim das injeções, é necessário lembrar que essa experiência bem-sucedida é apenas uma prova de conceito, ou seja, demonstra que a tecnologia pode funcionar, porém ainda há um longo caminho a percorrer para editar células humanas e produzir GLP-1.

Ainda assim, há interesse comercial. A empresa americana Fractyl Health desenvolve sua versão genética, com foco em células do pâncreas. Em 2023, apresentou ratos geneticamente modificados que reduziram o peso de forma mais significativa do que os tratados com semaglutida.

A realização de testes em humanos se mostra uma questão de tempo.

Fonte por: CNN Brasil

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Foto do Lucas Almeida

Autor(a):

Lucas Almeida

Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.

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