China critica decisão dos EUA de redirecionar petróleo venezuelano, afirmando que direitos legítimos devem ser protegidos. Tensão entre potências aumenta!
A China expressou forte desaprovação em relação à decisão dos Estados Unidos de redirecionar as exportações de petróleo da Venezuela para seu território, em detrimento de Pequim. A declaração ocorreu nesta quarta-feira (7), após o presidente americano, Donald Trump, anunciar um plano para refinar e comercializar até 50 milhões de barris de petróleo venezuelano que estavam retidos devido ao bloqueio imposto pelos EUA.
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Na terça-feira (6), Trump revelou que os EUA firmaram um acordo para importar US$ 2 bilhões em petróleo bruto da Venezuela, uma ação que deve aumentar o fornecimento para o maior consumidor de petróleo do mundo. Esse acordo pode implicar no redirecionamento de cargas que originalmente tinham como destino a China.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, destacou em coletiva de imprensa que “os direitos e interesses legítimos da China e de outros países na Venezuela devem ser protegidos”. Ela também ressaltou que a cooperação entre China e Venezuela “é uma cooperação entre Estados soberanos, protegida pelo direito internacional e pelas legislações de ambos os países”.
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Ambientalista desde sempre, Bianca Lemos se dedica a reportagens que inspiram mudanças e conscientizam sobre as questões ambientais. Com uma abordagem sensível e dados bem fundamentados, seus textos chamam a atenção para a urgência do cuidado com o planeta.