China condena ataques e exige fim imediato das operações militares dos EUA e Israel após morte de Khamenei e altos comandantes iranianos. Crise no Oriente Médio se agrava!
O governo chinês manifestou sua profunda preocupação e condenação aos ataques coordenados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, que resultaram na perda de vidas de figuras de alto escalão do país. A situação, que se desenrola em 2026, envolve a morte do aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, além de importantes comandantes militares iranianos, incluindo o chefe do Estado-Maior das Forças Armadas, Sayyid Abdolrahim Mousavi, o ministro da Defesa, Aziz Nasirzadeh, e o comandante da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour.
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A China, através do ministro das Relações Exteriores Wang Yi, expressou seu apoio incondicional ao Irã em seu direito à autodefesa.
Em uma conversa telefônica com o chanceler iraniano Abbas Araghchi, Wang Yi reiterou a importância da integridade territorial e da dignidade nacional do Irã, reforçando a tradicional amizade entre os dois países. O ministro chinês enfatizou a necessidade urgente de evitar uma escalada que possa desestabilizar toda a região do Oriente Médio, instando publicamente os Estados Unidos e Israel a cessarem imediatamente as operações militares.
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A China demonstra confiança na capacidade do Irã de manter a estabilidade interna e proteger seus cidadãos, assegurando também a segurança de instituições estrangeiras presentes no país, incluindo as chinesas.
Araghchi, por sua vez, destacou a gravidade da situação enfrentada pelo Irã, apontando que os ataques dos Estados Unidos ocorreram durante negociações em curso, violando o direito internacional e desrespeitando as linhas vermelhas de Teerã. Ele ressaltou que, apesar dos avanços nas negociações, a agressão estadunidense obriga o Irã a defender sua segurança.
Araghchi garantiu o compromisso do Irã em proteger o pessoal e as instituições chinesas, reafirmando o papel do país como um ator responsável e cauteloso diante da escalada regional. A conversa entre os chanceleres também abordou a necessidade de retomar o diálogo diplomático entre as partes envolvidas, buscando uma coordenação regional para reduzir tensões e a atuação da China como mediadora imparcial.
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Mao Ning, priorizou o cessar-fogo imediato, alertando para o risco de expansão do conflito para outros países vizinhos. Ela denunciou os ataques como uma violação do direito internacional e uma ameaça à segurança regional, instando todas as partes a interromperem as ações militares.
Mao Ning também destacou a importância do Estreito de Ormuz e das áreas adjacentes para o comércio internacional de energia, pedindo que a segurança da região seja garantida por todos os envolvidos. A China se comprometeu a trabalhar com a comunidade internacional para preservar a paz e a estabilidade na região, reiterando a necessidade de interromper imediatamente as ações militares.
Durante a reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU, o representante permanente da China, Fu Cong, condenou os ataques como uma séria escalada das tensões regionais, alertando para o risco de vítimas civis. Fu Cong defendeu a soberania, segurança e integridade territorial do Irã, pedindo o cessar-fogo imediato para prevenir novas escaladas.
A China se comprometeu a trabalhar com a comunidade internacional para promover soluções diplomáticas e restaurar a paz e a estabilidade no Oriente Médio. O ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, e o chanceler russo, Serguéi Lavrov, reafirmaram seu apoio à soberania iraniana, e reforçaram a coordenação para promover soluções diplomáticas, incluindo o pedido de cessar-fogo e retorno às negociações.
Em meio a este cenário complexo, um bombardeio atingiu a escola primária feminina Shajareh Tayyebeh, na cidade de Minab, causando um número significativo de mortes e ferimentos, principalmente entre estudantes e funcionários. A China expressou sua profunda tristeza pelo elevado número de vítimas civis, reiterando a importância do respeito à soberania e à integridade territorial do Irã.
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Com uma carreira que começou como stylist, Sofia Martins traz uma perspectiva única para a cobertura de moda. Seus textos combinam análise de tendências, dicas práticas e reflexões sobre a relação entre estilo e sociedade contemporânea.