A China atribuiu a responsabilidade aos Estados Unidos e a Israel pela obstrução da navegação no Estreito de Ormuz. O país asiático solicitou que todas as partes envolvidas no conflito com o Irã interrompam as operações militares, a fim de evitar um impacto mais severo na economia global e na segurança energética.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
“A causa principal da obstrução à navegação são as ações militares ilegais dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. Apenas por meio de um cessar-fogo e da busca pela paz e estabilidade na região do Golfo é que a segurança e o funcionamento das rotas marítimas internacionais podem ser assegurados”, afirmou Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, durante uma coletiva de imprensa na quinta-feira (2).
“Mais uma vez, pedimos às partes envolvidas que cessem imediatamente as operações militares, iniciem o processo de negociações de paz o mais rápido possível e resolvam as questões por meio do diálogo e da negociação”, acrescentou Mao. Desde 28 de fevereiro, após ataques dos Estados Unidos e Israel ao Irã, houve retaliações iranianas contra Israel, bases americanas e países do Golfo, além de uma nova frente de conflito no Líbano.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
O apelo da China ocorreu um dia após o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que frustrou as expectativas de um fim para os combates. Na noite de quarta-feira (1º), Trump declarou que nas “próximas duas a três semanas” haveria desenvolvimentos significativos.
Autor(a):
Lucas Almeida é o alívio cômico do jornal, transformando o cotidiano em crônicas hilárias e cheias de ironia. Com uma vasta experiência em stand-up comedy e redação humorística, ele garante boas risadas em meio às notícias.
