Chile e EUA Firmam Acordo Histórico para Exploração de Minerais Críticos!

Chile e EUA firmam acordo histórico para discutir minerais críticos! Descubra como essa parceria pode transformar o setor de mineração e reduzir a dependência da China

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(Imagem de reprodução da internet).

Chile e EUA Iniciam Discussões sobre Minerais Críticos

Na quinta-feira, 12, o Ministério das Relações Exteriores do Chile anunciou a assinatura de uma declaração conjunta com os Estados Unidos. O objetivo é iniciar conversas sobre terras raras e outros minerais críticos. A primeira reunião entre os países está programada para ocorrer nas próximas duas semanas.

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As áreas potenciais de colaboração incluem projetos de mineração, gestão de sucata para reciclagem de minerais e a exploração de novos empreendimentos que possam aumentar o fornecimento de minerais em ambas as nações. O governo dos EUA tem buscado reduzir a dependência da China em relação a esses recursos, que são essenciais para veículos elétricos, semicondutores, sistemas de defesa e eletrônicos de consumo.

Produção de Minerais no Chile

O Chile se destaca como o maior produtor mundial de cobre e ocupa a segunda posição na produção de lítio, embora ainda dependa da importação de outros minerais. O vice-secretário de Estado dos EUA, Christopher Landau, expressou otimismo sobre a parceria, afirmando que há muito a ser feito entre os dois países nesse setor.

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Landau, que já foi embaixador dos EUA no México, assinou o acordo com o ministro das Relações Exteriores do Chile, Francisco Perez Mackenna, em uma cerimônia em Santiago, que contou com a presença do presidente José Antonio Kast.

Investimentos em Lítio

A Albemarle, uma empresa com sede em Charlotte, Carolina do Norte, é a maior produtora mundial de lítio para baterias e opera na região norte de Atacama há mais de 50 anos. A empresa não comentou sobre a nova parceria entre Chile e EUA.

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A EnergyX, que tem sede em Porto Rico e é apoiada pela General Motors, planeja construir uma instalação de lítio no Chile, com um investimento de US$ 1,1 bilhão. A expectativa é que a unidade entre em operação em 2028, com uma produção anual de 50.000 toneladas métricas.

Teague Egan, CEO da EnergyX, elogiou a assinatura do acordo-quadro como um bom primeiro passo no início do governo de Kast, destacando a importância da colaboração entre os dois países.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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