Novo boletim da CETESB revela que 86% das praias do litoral paulista estão próprias para banho! Descubra quais locais são seguros e as recomendações essenciais.
Um novo boletim de balneabilidade, divulgado na quinta-feira (22) pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (CETESB), revela que 86% das praias do litoral paulista estão adequadas para banho. Das 175 praias monitoradas, 151 foram consideradas próprias e 24 impróprias.
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O monitoramento tem como objetivo identificar a presença de Enterococos, bactérias microscópicas que servem como indicadores de contaminação fecal. A concentração dessas bactérias é o que determina se uma praia é segura para os banhistas. Claudia Lamparelli, gerente do Setor de Águas Litorâneas da CETESB, destaca a importância do monitoramento: “A água aparentemente limpa pode estar imprópria.
Por isso, é essencial para orientar a população e apoiar a gestão pública”.
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A avaliação das praias é feita semanalmente durante todo o ano. As equipes coletam amostras no mesmo ponto e a cerca de um metro de profundidade, garantindo a padronização do processo. As amostras são analisadas em laboratório para a contagem de Enterococos.
A classificação das praias segue critérios técnicos: é considerada própria quando os resultados estão dentro do padrão de segurança. Por outro lado, uma praia é classificada como imprópria se duas ou mais amostras das últimas cinco semanas superam 100 colônias de Enterococos por 100 mL, ou se a coleta mais recente ultrapassa 400 colônias por 100 mL.
O histórico de cinco semanas é utilizado para refletir a qualidade da água de forma mais precisa.
A CETESB também recomenda evitar o banho por pelo menos 24 horas após chuvas fortes, mesmo em praias consideradas próprias. Além disso, é aconselhável evitar canais, rios e córregos que deságuam na praia, pois estes podem receber esgoto irregular.
Autor(a):
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.