Ceprol Rejeita Novamente Proposta de Aumento Salarial dos Professores!

Professores rejeitam novamente reajuste salarial! Assembleia do Ceprol decide e mobiliza para pressionar governo Municipal. Saiba mais!

07/05/2026 15:01

3 min

Ceprol Rejeita Novamente Proposta de Aumento Salarial dos Professores!
(Imagem de reprodução da internet).

Ceprol Rejeita Novamente Proposta de Reajuste Salarial dos Professores

Na noite de segunda-feira, 4, a assembleia geral do Sindicato dos Professores do Estado (Ceprol) reuniu-se na Escola Municipal de Ensino Fundamental Gusmão Britto para discutir a questão do reajuste salarial. O encontro, que contou com a presença de diversos educadores, terminou com a rejeição da proposta apresentada pelo governo municipal, marcando a segunda vez que a medida é vetada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A proposta original, liderada pelo prefeito Heliomar Franco (PL), previa uma reposição inflacionária de 3,77% com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), distribuída em parcelas. A decisão de rejeitar a proposta foi motivada pela percepção da categoria de que o valor oferecido não atendia às necessidades dos professores e não contemplava a valorização profissional desejada.

A direção do Ceprol criticou a postura considerada inflexível do governo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma reunião de negociação foi realizada na mesma data, onde o Executivo apresentou uma nova proposta. O governo municipal propôs dividir o reajuste de 3,77% em duas parcelas: 1,89% a partir de abril e 1,88% em outubro, com o pagamento do retroativo previsto para dezembro.

Além disso, foi incluído um reajuste de 3,77% no programa de alimentação, representando um aumento de R$ 29,85. No entanto, o governo não apresentou nenhuma proposta para o plano de saúde dos servidores.

Leia também

Diante desse cenário, a assembleia aprovou uma contraproposta que propõe um reajuste de 7,1%, correspondente ao índice do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), tanto nos salários quanto no programa de alimentação.

A categoria também defende a implementação de um plano de saúde acessível, com contrapartida da prefeitura. A mobilização para pressionar o governo está em andamento.

Para intensificar a pressão, os professores decidiram realizar uma série de ações. Entre elas, a utilização da tribuna na Câmara de Vereadores no dia 12 de maio, quando representantes da categoria apresentarão suas reivindicações aos parlamentares.

Também foi aprovada a paralisação das atividades nas escolas municipais no dia 13 de maio, com o objetivo de ampliar o debate público sobre as condições de trabalho e remuneração dos profissionais da educação. Uma campanha em defesa da valorização docente será lançada, envolvendo a comunidade escolar e a sociedade em geral.

Até o momento da assembleia, o governo municipal manteve a proposta baseada na reposição inflacionária pelo INPC, sem incorporar o índice do Fundeb reivindicado pela categoria. A administração também não apresentou proposta para o plano de saúde, tema apontado como uma das prioridades pelos professores, justificando a decisão com as limitações orçamentárias do município.

Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ative nossas Notificações

Ative nossas Notificações

Fique por dentro das últimas notícias em tempo real!