‘Cemitério lotado’: seis corpos aguardam sepultamento por falta de vagas em Foz do Iguaçu

Seis corpos aguardam sepultamento por falta de vagas nos cemitérios públicos de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná. Cinco deles estão no necrotério do Hospital Municipal Padre Germano Lauck, que dispõe de apenas nove espaços para acomodação de cadáveres.
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De acordo com informações do Hospital Municipal à CNN Brasil, todos os corpos foram identificados e estão em diferentes etapas dos procedimentos necessários para o sepultamento. Quatro já têm liberação judicial, mas ainda não foram retirados por familiares.
Corpos aguardam conclusão de procedimentos
No caso do quinto corpo, a família autorizou a Fundação Municipal de Saúde a conduzir as medidas necessárias. O hospital informou que faz os encaminhamentos administrativos e legais junto aos órgãos competentes.
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Depois que esse processo é concluído, o sepultamento é providenciado. O sexto cadáver ainda não foi sepultado, mas permanece dentro do prazo legal, segundo a instituição responsável pelo acompanhamento do caso.
Falta de vagas chegou ao Judiciário
A Camis (Administração dos Cemitérios Municipais de Foz do Iguaçu) afirmou à CNN Brasil que o problema da falta de vagas nos cemitérios públicos foi informado ao Judiciário há alguns anos. A situação, porém, voltou a ser discutida diante do cenário atual.
A gerente geral da Camis explicou que o juiz pediu imediatamente à Prefeitura uma resposta, em um prazo de cinco dias, sobre as medidas emergenciais que serão adotadas. A administração também informou que a questão envolve a empresa, a Prefeitura Municipal e os demais órgãos relacionados ao serviço.
Em nota oficial, a Camis declarou que a capacidade dos cemitérios está sendo acompanhada e que o caso também passa por análise do Poder Judiciário. A administração afirmou que a continuidade dos serviços e o atendimento às famílias dependem de medidas conduzidas dentro das determinações legais e judiciais.
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Camis defende cooperação entre órgãos
Na manifestação, a Camis disse que a situação exige diálogo, cooperação e união de esforços. A empresa, a Prefeitura Municipal e os demais órgãos envolvidos buscam alternativas para enfrentar o problema com responsabilidade, segurança jurídica e respeito às famílias.
A administração classificou o caso como complexo e afirmou que são necessárias medidas técnicas, administrativas e jurídicas. A Camis também declarou estar à disposição do Município, do Poder Judiciário e dos órgãos competentes para colaborar na construção de uma solução definitiva para os cemitérios de Foz do Iguaçu.
Ao final da nota, a administração afirmou que o objetivo é garantir a continuidade dos serviços cemiteriais com dignidade, respeito e segurança para toda a população de Foz do Iguaçu.
Autor(a):
Gabriel Furtado
Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.



