Em uma segunda-feira, 5 de janeiro de 2026, o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) relatou ter sido impedido de visitar seu pai, o ex-presidente também do PL, na Superintendência da Polícia Federal, localizada em Brasília. A alegação do político foi de que a restrição demonstra a falsidade de informações anteriores sobre a autorização de visitas familiares.
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A situação ocorre em um contexto de tensões recentes envolvendo o ex-presidente e o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
Reações e Contrapontos
O ex-vereador argumentou que a proibição de visitas se estende à família como um todo, mesmo em um momento de vulnerabilidade do pai. Ele criticou a demora e a falta de resposta aos pedidos de autorização de visitas, que, segundo ele, eram frequentemente negados.
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A situação reflete o desafio que o ex-presidente enfrenta para estabelecer contato com seus familiares, apesar das decisões do STF.
Restrições e Protocolo
De acordo com informações oficiais, as visitas familiares ao ex-presidente serão permitidas apenas nas terças e quintas-feiras, entretanto, das 9h às 11h. O protocolo exige que os encontros sejam realizados separadamente e com um limite de dois familiares por dia.
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O cadastro para realizar as visitas é feito através do Poder360, com concordância aos termos da LGPD.
Situação Atual da Família
A situação se agrava com o fato de que o ex-deputado federal Carlos Bolsonaro (PL-SP) é o único membro da família que ainda não possui autorização para visitar o pai. A perda de seu mandato devido a um acúmulo de faltas não justificadas na Câmara dos Deputados contribui para a complexidade da situação.
Além disso, a enteada, Letícia Marianna Firmo da Silva, e a vereadora Laura Bolsonaro também foram autorizadas a visitar o ex-presidente.
