Candidata completa 92 anos para renovar mandato no Senado SC
Marlene completa 92 anos buscando renovar mandato no Senado SC, desafiando recorde histórico e marcante trajetória política.
A disputa pelo Senado de Santa Catarina ganhou destaque com o nome da candidata Marlene [Sobrenome não citado], que possui uma trajetória marcada por décadas e um histórico político relevante no estado.
Com idade avançada— atualmente contando com 92 anos —, ela é considerada até agora como a mulher mais velha a concorrer ao cargo na Casa Alta brasileira. Caso eleita neste pleito, atingirá os cem anos completos somente após o término do mandato presidencial previsto para 2034.
Trajetória pessoal em meio à história nacional
Marlene nasceu em Laguna, litoral catarinense, mas reside hoje pela cidade de Criciúma. Dentista da profissão, está aposentada há algum tempo. Seu aniversário foi registrado em 25 de setembro de 1934; um ano que marcou grandes transformações tanto no Brasil quanto globalmente.
Naquele mesmo período histórico — quando Marlene veio ao mundo —, Adolf Hitler havia se tornado führer na Alemanha e a Segunda Guerra Mundial ainda estava distante cinco anos para começar seu desenrolar mundial. No cenário brasileiro era diferente: USP (Universidade de São Paulo) acabara de ser criada naquele nămo, além do voto feminino já ter sido instituído sob o governo Getúlio Vargas, antes dele instaurar formalmente o Estado Novo ditatorial.
Experiência política em Santa Catarina
Segundo relatos sobre sua vida pessoal, ela vivenciou períodos complexos da história nacional; é descrita como sobrevivente dos tempos mais difíceis durante a Ditadura Militar no país. Ela passou por um período grave onde foi sequestrada e sofreu tortura nas mãos das forças militares ao longo de dois anos completos.
A candidatura conta com suporte na Unidade Popular (UP), partido que também apoia seus suplentes: Adriana Rio será uma força complementar aos 50 anos, enquanto Professor Jacson trará o apoio juvenil do grupo UP, contando atualmente com apenas 38 anos.
O cenário eleitoral em Santa Catarina
Em relação à disputa pelo Senado catarinense neste ano — já é sabido que cada estado deve escolher a representação de dois senadores —, Marlene está inserida num contexto altamente competitivo. Um levantamento realizado pela pesquisa Quaest e divulgado nesta segunda – feira, dia 24 de agosto de 2026, apontou um empate técnico na liderança entre várias figuras políticas importantes da região.
Leia também
Entre os nomes tecnicamente empatados no topo estão Esperidião Amin (PP), Carlos Bolsonaro (PL) e Carol de Toni (PL). A candidatura dela se insere nesse cenário complexo onde múltiplos políticos disputam o apoio do eleitorado catarinense neste ciclo político específico em Santa Catarina.