Câmara dos Deputados aprova acordo histórico entre Mercosul e Efta; entenda as implicações!

A Câmara dos Deputados aprova acordo entre Mercosul e Efta, prometendo novas oportunidades para exportadores brasileiros. Descubra os detalhes dessa mudança!

(Imagem de reprodução da internet).

Aprovação do Acordo entre Mercosul e Efta

A Câmara dos Deputados deu um passo importante nesta terça-feira (9) ao aprovar o acordo entre o Mercosul e o Efta, que é composto por Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça. Este acordo estabelece um compromisso de liberalização tarifária em setores industriais e agrícolas, levando em consideração as particularidades de cada mercado.

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A negociação foi concluída em julho de 2025 e traz melhorias significativas no acesso aos mercados, beneficiando mais de 97% das exportações.

Em 2024, a soma dos PIBs dos países envolvidos alcançou a marca de US$ 4,3 trilhões. O texto já havia recebido aprovação na Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul, uma comissão mista que analisa questões do bloco no Congresso. Com isso, a proposta se transformou em um Projeto de Decreto Legislativo (PDL) e foi levada ao plenário na mesma tarde.

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Reação à Aprovação

O relator do projeto, senador Nelsinho Trad (PSD-MS), expressou satisfação com a aprovação do acordo. Ele destacou que o objetivo é diversificar os mercados para os produtores brasileiros, especialmente em um cenário de instabilidade geopolítica. “Ampliar mercados deixou de ser uma opção e passou a ser uma necessidade.

O acordo aproxima o Brasil de economias altamente desenvolvidas, amplia oportunidades para nossos exportadores e fortalece a posição do Mercosul no comércio internacional”, afirmou Trad.

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Os quatro países do Efta possuem uma população de 15 milhões de pessoas e um PIB (Produto Interno Bruto) de US$ 1,4 trilhão, figurando entre os maiores PIB per capita do mundo. O acordo cria uma área de livre comércio, eliminando as tarifas de importação no comércio bilateral.

De acordo com o governo, ambos os blocos terão acesso melhorado para mais de 97% de suas exportações. O Brasil irá liberar cerca de 97% do comércio, com aproximadamente 1,2% sujeito a quotas e preferências fixas, enquanto a Efta eliminará 100% das tarifas de importação nos setores industrial e pesqueiro.