Caiado e Maia atacam governo Lula e criticam Desenrola 2.0 com duras palavras!
Caiado ataca governo Lula e critica Desenrola 2.0! Ex-governador Gleyson Maia dispara críticas ao Desenrola e à política econômica do presidente Lula. Saiba
Caiado Ataca Políticas do Governo Lula e Critica Desenrola 2.0
O ex-governador de Goiás, Gleyson Maia, pré-candidato à Presidência pelo PSD, lançou críticas contundentes ao governo do presidente Lula nesta quarta-feira, 20 de maio de 2026. Em um discurso, Maia questionou a adequação das políticas econômicas e tributárias em discussão, argumentando que elas não consideram a realidade dos pequenos empreendedores e profissionais liberais do país.
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Durante a fala, o ex-governador direcionou suas críticas ao programa Desenrola, iniciativa do governo federal focada na renegociação de dívidas. Maia expressou ceticismo em relação à lógica do programa, questionando a ideia de que o cidadão é “enrolado” e utilizando uma linguagem provocativa: “Você foi desenrolar alguém tem que te enrolar.
Quem é que foi que te enrolou?”.
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Em relação às medidas econômicas do governo federal, Caiado alertou para o impacto de ações anunciadas próximos às eleições, que, segundo ele, transferem custos futuros para prefeitos e estados. Ele exemplificou com a possível implementação de uma taxa sobre produtos de vestuário, questionando a lógica de afetar diretamente trabalhadores como costureiras.
“É assim que o Lula faz, ele joga a conta para os prefeitos pagarem”, declarou, referindo-se à transferência de responsabilidades financeiras. A crítica se intensificou com a menção ao FGTS, defendendo a autonomia sobre o fundo como um direito dos trabalhadores.
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Caiado também abordou o Desenrola 2.0, a nova fase do programa de renegociação de dívidas, destacando os descontos, juros reduzidos e prazos estendidos oferecidos. Além disso, o ex-governador mencionou estudos recentes em modelos tributários na Índia e o Paraguai como exemplos de políticas fiscais mais favoráveis, citando a migração de empresas brasileiras para o país vizinho.
Ao concluir seu discurso, Maia reiterou a defesa de maior autonomia para governadores e prefeitos, criticando a concentração de poder e decisões no governo federal. Ele enfatizou a necessidade de um modelo de gestão que considere as particularidades de cada ente federativo.