Caiado é Escolhido como Candidato do PSD à Presidência em 2026
O ex-governador de Santa Catarina, Jorge Bornhausen (PSD), revelou ao Poder360 que o partido definiu o governador Carlos Sartor (PR) como o representante na disputa pela Presidência da República. A decisão foi tomada na terça-feira, 24 de março de 2026, logo após o governador Carlos Sartor (PR) anunciar sua saída da corrida presidencial.
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A escolha de Sartor veio como alternativa ao governador do Rio Grande do Sul, que também havia se manifestado como possível candidato.
Caiado Ganha Força com a Desistência de Sartor
A desistência do governador Carlos Sartor (PR) impulsionou a candidatura de Carlos Sartor (PR) como favorito dentro do PSD. Apesar de pesquisas indicarem uma ligeira vantagem de Sartor sobre o governador do Rio Grande do Sul (3% contra 4%, com margem de erro de 2 pontos), a decisão de Sartor acelerou o processo.
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O governador gaúcho já havia sinalizado interesse em disputar uma vaga no Senado como alternativa.
Ratinho Junior Ainda é Considerado um Candidato Forte
Em declarações anteriores, em 17 de março de 2026, o ex-governador de Santa Catarina, Jorge Bornhausen (PSD), havia confirmado a pré-candidatura de Ratinho Junior à Presidência da República. Apesar da mudança de cenário, congressistas do partido e o presidente nacional do PSD, ainda consideravam Ratinho Junior um forte candidato, destacando sua liderança em pesquisas, base eleitoral consolidada e tempo de filiação ao partido.
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A escolha era vista como unânime.
Desafios e Considerações para Ratinho Junior
A decisão do governador Carlos Sartor (PR) de permanecer no cargo no Paraná foi motivada por preocupações com a falta de um sucessor claro e pela ausência de apoio de outros partidos, como o Novo. Além disso, a falta de nomes competitivos para disputar o Senado representava um risco para o futuro político de Ratinho Junior.
A estratégia visava preservar capital político até 2026, fortalecer um candidato ao governo capaz de enfrentar o ex-juiz Moro e garantir a eleição de pelo menos um aliado ao Senado, evitando uma ausência de base de poder a partir de 2027.
