C6 Consignado Acusa INSS de Atos Irregulares e Busca Retomar Operações

C6 Consignado denuncia INSSO! Presidente Artur Brotto Azevedo critica decisão do INSS e busca justiça. Detalhes chocantes sobre ofertas e restituições!

Banco C6 Consignado Reage à Suspensão de Ofertas pelo INSS

O presidente do Banco C6 Consignado, Artur Ildefonso Brotto Azevedo, manifestou sua forte discordância com a recente decisão do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) de interromper a oferta de novos contratos e exigir a restituição integral de valores pagos por beneficiários.

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Azevedo teve a honra de ser o primeiro representante de uma instituição financeira a prestar depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do INSS, marcando um momento crucial na investigação.

Em sua depoimento, o executivo enfatizou que o banco sempre operou em conformidade com as normas estabelecidas pelo INSS, pelo Banco Central e com a legislação brasileira, negando qualquer prática irregular. “Nossa posição é de veemente discordância com a decisão do INSS”, declarou Artur Ildefonso Brotto Azevedo, demonstrando a preocupação da instituição com o desenvolvimento dos fatos.

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Detalhes sobre os Produtos Oferecidos

O presidente do C6 Consignado detalhou os produtos adicionais oferecidos aos beneficiários, incluindo seguros de vida e um pacote abrangente de benefícios que compreendia assistência funeral, consultas médicas, descontos em farmácias e exames. Ele ressaltou que esses serviços eram oferecidos como opções, contratados separadamente do empréstimo e pagos à vista, sem qualquer desconto no benefício previdenciário.

Suspensão da Oferta e Ação Judicial

Artur Ildefonso Brotto Azevedo informou que o banco havia suspendido a oferta desses produtos em novembro de 2025, em resposta a uma manifestação de discordância do INSS. Apesar disso, ele argumentou que não existia uma proibição normativa explícita.

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A instituição também criticou a determinação do INSS de exigir a devolução integral dos valores, considerando-a inadequada, uma vez que os contratos foram firmados com a anuência dos clientes. O caso já está sendo discutido na Justiça, e o banco busca o direito de retomar suas atividades, aguardando a decisão judicial sobre a existência ou não de irregularidades.