Butantan Alivia Medo Após 21 Dias de Vacina Contra a Dengue: “Descanso Garantido”

Butantan Alivia Preocupações Sobre Vacina Contra a Dengue Após 21 Dias de Aplicação
O diretor do Instituto Butantan, Esper Georges Kallás, tranquilizou a população nesta terça-feira, 9 de junho de 2026, afirmando que indivíduos que receberam a vacina contra a dengue desenvolvida pelo instituto há mais de 21 dias podem estar “absolutamente descansados” em relação a possíveis efeitos colaterais.
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A declaração veio após um anúncio feito pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, na segunda-feira, 8 de junho de 2026.
A decisão de suspender a vacina foi motivada por um total de 42 episódios de reações adversas graves relatados após a aplicação do imunizante, juntamente com duas mortes que estão sob investigação. Essa medida segue os protocolos de segurança estabelecidos pelo Programa Nacional de Imunização (PNI), que enfatizam a importância da vigilância e monitoramento das pessoas vacinadas.
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Atenção Especial nos Primeiros 21 Dias
A orientação principal, conforme ressaltado por Kallás, é que profissionais de saúde mantenham atenção redobrada aos indivíduos que receberam a vacina nos últimos 21 dias, monitorando atentamente qualquer sinal de reação adversa. Esses casos devem ser registrados e acompanhados pelas autoridades sanitárias para garantir uma resposta rápida e eficaz.
Kallás explicou que, após 21 dias da vacinação, o componente ativo da vacina não é mais detectável no organismo. Ele enfatizou que a proteção oferecida pela vacina, comprovada em estudos de fase 3, é o principal benefício para aqueles que receberam a imunização antes desse período.
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Eficácia da Vacina e Recomendações em Caso de Sintomas
O ministro Padilha e Kallás reforçaram a confiança da população na eficácia da vacina, que apresenta uma taxa de 65% na prevenção da dengue nos próximos cinco anos e 80,5% na prevenção de casos graves da doença. Eles destacaram que essa eficácia é considerada “extraordinária” quando comparada com outros estudos de vacinas contra a dengue.
Em caso de sintomas, especialmente em pessoas que receberam a vacina há menos de 21 dias, é crucial procurar atendimento médico imediatamente. Os sintomas a serem observados incluem febre, dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos, tontura, sonolência excessiva, sinais de desidratação ou piora do estado geral.
Os efeitos adversos esperados, que geralmente são leves, incluem dor de cabeça, dores no corpo, dor nos olhos, manchas na pele, cansaço extremo, coceira, enjoo e sensibilidade à luz.
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Autor(a):
Júlia Mendes
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.



