Reunião Frustrada e Desejo Delicado
A tentativa de contato entre o ex-goleiro Bruno Samudio e seu filho, Bruninho, não resultou em um encontro, mas a motivação por trás da conversa revelou um desejo profundo do jovem. Segundo a madrinha de Bruninho, Maria do Carmo, a conversa inicialmente agendada para janeiro tinha como objetivo principal obter informações sobre o paradeiro dos restos mortais de Eliza Samudio, vítima de um crime ocorrido em 2010.
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A iniciativa partiu do próprio Bruninho, atualmente com 16 anos e atleta nas categorias de base do Botafogo e da Seleção Brasileira. Maria do Carmo relatou que o adolescente estava disposto a abrir mão de qualquer compensação financeira para conseguir respostas sobre o destino dos restos mortais de sua mãe.
“Ele queria negociar com Bruno a entrega de todo o dinheiro que poderia receber, em troca de informações sobre os restos mortais da mãe. Ele ainda me perguntou se estava sendo ingênuo ao pensar nisso, e eu respondi que não, já que ele queria saber onde estavam os restos mortais de sua mãe.
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Não precisava nem saber onde estavam, podia simplesmente pegá-los e deixá-los em algum lugar,” explicou Maria do Carmo em entrevista.
Tensão e Desabafo do Jovem
No entanto, o contato não ocorreu, e Bruninho continua buscando solucionar as pendências junto à Justiça. Em declaração à Record, ele expressou sua frustração com a situação. “Ele nos procurou, não compareceu, deu pouca satisfação no dia e depois quis dizer que nós é que estávamos ‘caçando’ ele.
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Já faz mais de 3 anos que ele me procura, me mandando mensagens no Instagram. E quando eu decido escutar, ele não vem, simplesmente dá para trás sem dar notícias e ainda vaza áudio falando que nós estávamos procurando [contato]. Acho uma sacanagem,” desabafou Bruninho.
O possível reencontro havia sido discutido durante a produção de um documentário sobre a vida do ex-goleiro. Em um áudio, uma interlocutora o aconselhou: “Então eu vou lhe pedir: não o decepcione, não faça isso com ele, não dê mais essa decepção”.
A defesa de Bruno argumentou que o encontro apresentava um tom ameaçador e que ele aceitaria conversar com o filho apenas em “condições saudáveis, sem riscos jurídicos ou interesses escusos”.
