Bruna Caroline Ferreira Confronta Casa Branca Após Detenção nos EUA: “Insulto” e Evidências Contra Narrativa Oficial

Bruna Caroline Ferreira desafia versão da Casa Branca após prisão nos EUA. A brasileira, detida pelo ICE, nega narrativa e expõe situação complexa.

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(Imagem de reprodução da internet).

Bruna Caroline Ferreira Desafia Versão da Casa Branca Após Prisão nos EUA

Em uma entrevista ao jornal, a brasileira Bruna Caroline Ferreira, detida pelo Serviço de Imigração e Controle de Alfândegas dos Estados Unidos (ICE) em novembro, refutou a narrativa apresentada pelo governo norte-americano sobre sua prisão. Bruna, de 33 anos, ex-cunhada de Karoline Leavitt, porta-voz do Partido Republicano, e mãe de um filho com Michael Leavitt, irmão de Karoline, alega que sua situação é muito mais complexa do que a versão oficial.

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Detalhes da Prisão e Denúncias

Bruna relata ter sido detida logo após deixar seu filho na escola em New Hampshire. Após ser levada a Philadelphia e Texas, acabou presa em Louisiana, onde se encontra cercada por centenas de outras mulheres em risco de deportação. Ela afirma ter tentado manter uma relação amigável com a família Leavitt, inclusive escolhendo Karoline para ser madrinha de seu filho e autorizando sua ida à caça de ovos de Páscoa na Casa Branca.

Bruna expressa profunda tristeza pelo que considera um “insulto” ao ser vestida com o macacão laranja de prisioneira e o risco de ser deportada após ter passado grande parte de sua vida nos EUA.

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Contestações e Evidências em Confronto com a Casa Branca

A Casa Branca tem retratado Bruna como uma mãe ausente, mas ela apresenta evidências que contradizem essa versão. Registros judiciais, fotos de família e o próprio relato de Bruna mostram uma história diferente: uma relação familiar ativa, com compartilhamento de responsabilidades parentais e apoio mútuo.

Bruna e Michael Leavitt se conheceram em uma discoteca, ficaram noivos, tiveram um filho e viviam juntos em New Hampshire, até romperem em 2015. Apesar da separação, eles continuaram compartilhando a responsabilidade pelo filho, que hoje tem 11 anos.

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Processo Migratório e Desafios Legais

Bruna entrou nos EUA em 1998 aos 6 anos de idade com seus pais, após ter sido criada no Brasil. Quase foi deportada, mas em 2012, obteve um green card por meio da Ação Diferida para Chegadas na Infância (DACA), um programa migratório que oferece proteção temporária contra deportação e permissão de trabalho para alguns imigrantes que chegaram ao país com menos de 16 anos e que atendem a critérios específicos.

O governo Trump reabriu o processo de deportação dela este ano. Apesar do status legal da maior parte da família, Bruna ainda enfrenta desafios para concluir seu processo.

Marcos Oliveira é um veterano na cobertura política, com mais de 15 anos de atuação em veículos renomados. Formado pela Universidade de Brasília, ele se especializou em análise política e jornalismo investigativo. Marcos é reconhecido por suas reportagens incisivas e comprometidas com a verdade.

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