Brasil registra queda na pobreza extrema para 8% da população, segundo IBGE em 2026

A redução da pobreza extrema no Brasil para 8% da população, conforme o IBGE, reflete o impacto positivo das políticas sociais

Manuela do Monte, Juliana Olliver e Giovanna Grigio em ‘Chiquititas’ – Reprodução/SBT

O Brasil registrou uma queda no número de pessoas vivendo em situação de pobreza extrema, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2026. O relatório apontou que, em comparação a 2021, a pobreza extrema no país diminuiu significativamente, refletindo as políticas sociais implementadas nos últimos anos.

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Dados sobre a Pobreza Extrema

O levantamento do IBGE revelou que aproximadamente 8% da população brasileira vive com menos de R$ 89 por mês. Esse percentual representa uma redução considerável em relação ao ano anterior, quando cerca de 10% da população enfrentava essa condição.

A pesquisa mostrou que cerca de 18 milhões de brasileiros estão em situação de pobreza extrema, o que é um indicativo positivo das ações governamentais direcionadas à inclusão social.

Além disso, o estudo destacou que a região Nordeste do Brasil continua sendo a mais afetada pela pobreza extrema, embora tenha apresentado melhorias nos últimos anos. A taxa na região caiu para 12%, enquanto nas regiões Sul e Sudeste os índices são inferiores a 5%.

Essa diferença aponta para um desafio contínuo no combate à desigualdade regional.

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Ações Governamentais e Impacto Social

As políticas públicas adotadas pelo governo federal têm sido fundamentais para essa redução. Programas como o Bolsa Família e outras iniciativas voltadas para assistência social têm contribuído para melhorar as condições de vida das famílias em situação vulnerável.

Em 2023, o programa passou por uma reformulação que visou aumentar o valor dos benefícios e ampliar a cobertura, beneficiando milhões de brasileiros.

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Entidades sociais e especialistas em economia elogiaram os avanços, mas também alertaram para a necessidade de continuidade e reforço dessas políticas. Segundo Maria Silva, economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), “é crucial que o governo mantenha o foco na erradicação da pobreza e busque alternativas sustentáveis para garantir que esses avanços não sejam temporários”.

Ainda assim, os desafios permanecem. A inflação alta e os impactos econômicos decorrentes da pandemia de Covid-19 ainda afetam uma parte significativa da população. Portanto, especialistas recomendam um monitoramento constante das condições sociais e econômicas para evitar retrocessos nos avanços conquistados.

O cenário atual mostra um caminho promissor na luta contra a pobreza extrema no Brasil, mas requer atenção contínua para garantir que mais brasileiros tenham acesso a condições dignas de vida e oportunidades iguais.