Brasil amarga terceira ausência consecutiva no Mundial Feminino de Basquete após derrota para a China. Descubra os detalhes dessa eliminação!
O Brasil não conseguiu se classificar para o Mundial Feminino de Basquete, marcando sua terceira ausência consecutiva na competição. Na manhã desta terça-feira (17), a seleção brasileira foi derrotada pela China por 83 a 71, em Wuhan, encerrando sua participação no Pré-Mundial sem garantir uma vaga.
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Apesar dos 26 pontos de Damiris Dantas, a equipe enfrentou dificuldades, especialmente no terceiro quarto, onde foi superada por 23 a 12, comprometendo o resultado final, mesmo com um desempenho equilibrado em outros momentos do jogo.
No confronto, a China começou levando a melhor no primeiro quarto, terminando em 21 a 17. O segundo quarto foi equilibrado, com um empate em 25 a 25. O terceiro período foi decisivo para o resultado, e o Brasil conseguiu vencer apenas o último quarto por 17 a 14, sem conseguir reverter a diferença no placar.
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Com essa derrota, o Brasil terminou na quinta colocação do Grupo A, acumulando duas vitórias e três derrotas, igualando a campanha da República Tcheca, que avançou por ter vencido o confronto direto e garantido a última vaga disponível.
O Brasil ainda tinha uma chance de classificação, mesmo com a derrota, desde que o Sudão do Sul superasse Mali ou que a República Tcheca fosse derrotada pela Bélgica, mas nenhum desses cenários se concretizou. O Mundial feminino de 2026 será realizado em Berlim, entre os dias 4 e 13 de setembro.
Avançaram para a próxima fase China, República Tcheca, Bélgica e Mali, enquanto Brasil e Sudão do Sul ficaram de fora. A seleção brasileira não participa do torneio há 12 anos, com sua última presença ocorrendo em 2014. O país possui duas medalhas na história da competição: uma de prata e uma de bronze, conquistadas em 1971.
O próximo desafio da Seleção será a busca por uma vaga nas próximas competições internacionais. Além disso, o Brasil também não participou das últimas edições olímpicas, em Tóquio 2020 e Paris 2024.
Autor(a):
Fluente em quatro idiomas e com experiência em coberturas internacionais, Ricardo Tavares explora o impacto global dos principais acontecimentos. Ele já reportou diretamente de zonas de conflito e acompanha as relações diplomáticas de perto.