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Brasil é a sexta economia mais endividada da América Latina, revela FMI em novo relatório de 2025

Brasil é a sexta economia mais endividada da América Latina e Caribe, com previsão de dívida bruta de 92% do PIB em 2025, superando grandes emergentes.

Por: Gabriel Furtado

29/11/2025 3:05

2 min de leitura

(Imagem de reprodução da internet).

Brasil é a sexta economia mais endividada da América Latina e Caribe

De acordo com dados recentes do FMI (Fundo Monetário Internacional), o Brasil ocupa a sexta posição entre as economias mais endividadas da América Latina e do Caribe. A previsão é que a dívida bruta do governo geral brasileiro atinja 92% do PIB em 2025, superando todos os grandes emergentes da região.

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Na comparação com outros países, o Brasil está atrás de nações como Venezuela, Dominica, Barbados, São Vicente e Granadinas, e Bolívia. O ranking de Dívida Bruta (% do PIB) para 2025 é o seguinte:

  • Venezuela – 138,46%
  • Dominica – 97,78%
  • Barbados – 97,73%
  • São Vicente e Granadinas – 93,55%
  • Bolívia – 92,40%
  • Brasil – 92,04%
  • El Salvador – 87,87%
  • Suriname – 86,59%
  • Bahamas – 79,39%
  • Santa Lúcia – 73,63%

A dívida brasileira está bem acima da média regional, que o FMI estima em cerca de 71% do PIB. Isso reforça a posição do Brasil entre as economias mais endividadas do continente. O cálculo do FMI segue o GFSM 2014 (Government Finance Statistics Manual), um padrão global para estatísticas fiscais, que considera títulos públicos, empréstimos e outras obrigações que afetam a solvência do setor público.

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A padronização das definições é crucial, pois cada país adota práticas diferentes na apuração da dívida. O FMI busca uniformizar esses critérios, permitindo comparações mais precisas entre as nações e evitando distorções metodológicas.

Assim, os dados refletem diferenças reais de endividamento, não apenas variações nos métodos de cálculo.

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Dados do Banco Central sobre a dívida brasileira

Os dados divulgados pelo Banco Central (BC) nesta sexta-feira (28) mostram um aumento de 0,6 ponto percentual em relação a setembro. Esse movimento foi influenciado pela apropriação de juros, que adicionou 0,9 p.p. à dívida, e pela queda do PIB nominal, que retirou 0,3 p.p. da relação.

O estoque nominal da dívida alcançou R$ 9,9 trilhões, com a DBGG apresentando uma alta de 2,1 pontos percentuais no ano.

É importante ressaltar que, apesar de ambos os órgãos mostrarem um aumento no endividamento brasileiro, o BC e o FMI utilizam metodologias diferentes. O BC calcula a DBGG, que inclui a União, INSS, estados e municípios, seguindo a metodologia nacional.

Já o FMI adota o conceito de general government gross debt, que abrange um conjunto mais amplo de passivos e ajusta as séries para permitir comparações internacionais.

Por isso, os valores apresentados pelo FMI tendem a ser superiores aos do BC, mas ambos indicam que o Brasil mantém um nível elevado de endividamento, acima da média das economias latino-americanas.

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Autor(a):

Gabriel Furtado

Gabriel é economista e jornalista, trazendo análises claras sobre mercados financeiros, empreendedorismo e políticas econômicas. Sua habilidade de prever tendências e explicar dados complexos o torna referência para quem busca entender o mundo dos negócios.

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