Brasil Condena Intervenção dos EUA na Venezuela na ONU
Em uma reunião do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas, o Brasil manifestou sua forte oposição à intervenção militar dos Estados Unidos na Venezuela. O embaixador Sérgio Danese reiterou a posição do país de que “não se pode aceitar que os fins justifiquem os meios”, criticando o uso da força e alertando para os riscos de relativizar a lei internacional.
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A reunião ocorreu na sede da ONU, em Nova York, na segunda-feira, 5 de janeiro de 2026.
Preocupações com o Multilateralismo
O Brasil vinculou o episódio a um cenário mais amplo de enfraquecimento do multilateralismo, citando o aumento do número de conflitos armados no mundo e a crise humanitária em curso. O embaixador Danese também destacou a importância da América Latina e do Caribe como uma zona de paz, defendendo a autodeterminação do povo venezuelano como solução para a crise.
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Posicionamento Brasileiro e Relações Internacionais
O Itamaraty, com o presidente (PT) e o chanceler Mauro Vieira, busca manter um posicionamento firme em defesa da soberania e do multilateralismo, visando não deteriorar a relação com os Estados Unidos, sobretudo em negociações sobre o tarifaço e a parceria contra o crime organizado internacional.
A oposição associou o governo Lula ao chavismo durante o início do ano eleitoral.
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Operação Militar dos EUA na Venezuela
Em 3 de janeiro de 2026, o presidente (Partido Republicano) anunciou a operação militar contra a Venezuela, capturando o presidente (PSUV, esquerda) e a primeira-dama. O general Dan Caine afirmou que Trump ordenou a captura de Maduro na noite da sexta-feira, 2 de janeiro de 2026.
A operação envolveu ataques a 4 alvos no país com 150 caças e bombardeios.
Controvérsias e Questionamentos
A operação gerou controvérsias, com questionamentos sobre a falta de aprovação do Congresso dos EUA e possíveis baixas entre civis venezuelanos. O secretário de Estado, , declarou que não foi possível comunicar os congressistas com antecedência.
Reações e Declarações
A vice-presidente, Delcy Rodríguez, classificou a ação dos EUA como violação da soberania venezuelana e afirmou que Maduro continua sendo o presidente legítimo do país. A vice também declarou que a Venezuela está aberta a uma relação respeitosa com o governo Trump, desde que baseada no direito internacional.
