Brasil brilha na 10ª Edição dos Jogos de Inverno em Milão e Cortina! Conheça a trajetória histórica e os atletas que marcaram presença.
A edição dos Jogos de Inverno, que ocorre nas cidades italianas de Milão e Cortina, marca a 10ª participação do Brasil na história do evento. A estreia da delegação brasileira aconteceu em 1992, na edição realizada em Albertville, França. Desde então, o país tem estado presente em todas as edições, totalizando 40 atletas ao longo dos anos.
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Na primeira participação, o Brasil foi representado por Evelyn Schuler, Fábio Igel, Hans Egger, Lothar Munder, Marcelo Apovian, Robert Detlof e Sérgio Schuler, todos competindo no esqui alpino. Nas duas edições seguintes, o país contou com apenas dois atletas.
Em 1994, na Olimpíada de Lillehammer, na Noruega, Christian Lothar Munder competiu no esqui alpino. Quatro anos depois, em Nagano, no Japão, Marcelo Apovian também representou o Brasil na mesma modalidade.
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Apesar de mais de 20 anos de participação nos Jogos de Inverno, o Brasil ainda não conquistou uma medalha. No entanto, alguns atletas se destacaram ao longo da história. Isabel Clark é um dos principais nomes, sendo a única brasileira a alcançar um Top 10, ao terminar em nona posição nos Jogos de Turim, em 2006.
Na Olimpíada de 2022, em Pequim, a gaúcha do skeleton obteve a 13ª colocação.
Entre os atletas brasileiros com mais participações, Edson Bindilatti e Jaqueline Mourão se destacam, tendo competido em cinco edições. Bindilatti, do bobsled, participou das edições de Salt Lake City 2002, Turim 2006, Sochi 2014, PyeongChang 2018 (onde foi porta-bandeira) e Pequim 2022.
Já Mourão, que compete no esqui cross-country e no biatlo, esteve em Turim 2006, Vancouver 2010, Sochi 2014 (também como porta-bandeira), PyeongChang 2018 e Pequim 2022. É importante ressaltar que ela já competiu no ciclismo mountain bike em Atenas 2004, Pequim 2008 e Tóquio 2020.
Autor(a):
Apaixonada por cinema, música e literatura, Júlia Mendes é formada em Jornalismo pela Universidade Federal de São Paulo. Com uma década de experiência, ela já entrevistou artistas de renome e cobriu grandes festivais internacionais. Quando não está escrevendo, Júlia é vista em mostras de cinema ou explorando novas bandas independentes.